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Questão de Administração Financeira e Orçamentária — Despesa Pública — ADM&TEC 2025

Administração Financeira e OrçamentáriaDespesa Pública
Código
qg392111
Banca
ADM&TEC
Órgão
Prefeitura de João Alfredo - PE
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Analista de Controle Interno
Uma análise sobre a despesa pública revelou atrasos frequentes em pagamentos, gerando restos a pagar acumulados. Determine a providência de controle interno para atenuar esse problema:
  1. APermitir inscrições arbitrárias de restos a pagar, sem verificar a disponibilidade de caixa.
  2. BAcompanhar o cronograma de desembolso, exigindo comprovação prévia de crédito e evitando compromissos além da capacidade financeira.
  3. CAdotar a inscrição sistemática de despesas vencidas em qualquer estágio, simplificando registros.
  4. DCriar reservas financeiras genéricas, não vinculadas a compromissos específicos, postergando a verificação de saldos e a regularização dos pagamentos para o encerramento do exercício.
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GabaritoB — Acompanhar o cronograma de desembolso, exigindo comprovação prévia de crédito e evitando compromissos além da capacidade financeira.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Controle interno para evitar acúmulo de restos a pagar

Gabarito: letra B. A providência correta é acompanhar o cronograma de desembolso, exigindo comprovação prévia de crédito e evitando compromissos além da capacidade financeira. Essa medida está alinhada com o princípio da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que exige suficiente disponibilidade de caixa para a inscrição de restos a pagar, especialmente no último ano de mandato (art. 42 da LRF).

A banca testa o conhecimento sobre boas práticas de controle interno e a LRF. A alternativa correta reflete a necessidade de planejamento financeiro e responsabilidade fiscal para evitar o acúmulo de restos a pagar.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Permitir inscrições arbitrárias de restos a pagar sem verificar a disponibilidade de caixa é contrário ao art. 42 da LRF, que condiciona a contratação de despesas à existência de suficiente disponibilidade de caixa. Essa prática agravaria o problema dos restos a pagar acumulados.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Acompanhar o cronograma de desembolso, exigir comprovação prévia de crédito e evitar compromissos além da capacidade financeira são medidas de controle interno que previnem a formação de restos a pagar. Isso está em consonância com a LRF (art. 42) e com o princípio da responsabilidade fiscal.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Adotar a inscrição sistemática de despesas vencidas em qualquer estágio simplificaria registros, mas não resolveria o problema de falta de caixa e poderia mascarar o desequilíbrio financeiro. A LRF exige que as despesas estejam amparadas por disponibilidade de caixa.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Criar reservas financeiras genéricas não vinculadas e postergar a verificação de saldos para o encerramento do exercício é uma prática oposta ao controle. O correto é monitorar constantemente a disponibilidade de caixa e evitar compromissos sem lastro, conforme a LRF.

PEGA ESSA DICA!

Questões sobre restos a pagar frequentemente cobram o art. 42 da LRF. Memorize o núcleo: "contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro do mandato ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem suficiente disponibilidade de caixa". O controle interno deve sempre verificar a capacidade financeira antes de assumir compromissos.

Gabarito: letra B.

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