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Questão de Pedagogia — Currículo (Teoria e Prática) — AMAUC 2025

PedagogiaCurrículo (Teoria e Prática)
Código
qg400054
Banca
AMAUC
Órgão
Prefeitura de Seara - SC
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Professor de Língua Portuguesa
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, em articulação com a Base Nacional Comum Curricular - BNCC, orientam um modelo de educação comprometido com a formação integral dos estudantes. À luz dessa orientação, e considerando os desafios pedagógicos do século XXI, assinale a alternativa que expressa corretamente a integração crítica do ensino híbrido às diretrizes para o ensino de Língua Portuguesa.
  1. AAs Diretrizes Curriculares, ao enfatizarem a aprendizagem como construção ativa, sustentam a legitimidade do ensino híbrido como prática que permite reconfigurar os tempos e espaços escolares, sem que isso comprometa o vínculo entre aluno, linguagem e cultura.
  2. BA integração do ensino híbrido às práticas de linguagem só é considerada admissível nos anos iniciais da escolarização, sendo inapropriada para os Anos Finais do Ensino Fundamental, dada a complexidade cognitiva requerida pelos gêneros discursivos mais abstratos.
  3. CA BNCC, embora aberta à incorporação de tecnologias, adota postura cautelosa em relação ao ensino híbrido, por entender que a mediação digital tende a fragilizar a dimensão interacional do processo comunicativo nos campos de atuação.
  4. DA organização curricular proposta pela BNCC é incompatível com a personalização do ensino prevista nas abordagens híbridas, pois parte do pressuposto de que os itinerários formativos devem seguir linearidade e homogeneidade.
  5. EA incorporação do ensino híbrido, ao relativizar a centralidade do espaço escolar físico, torna-se incompatível com os princípios formativos das Diretrizes Curriculares, que pressupõem a presencialidade como condição incontornável da mediação pedagógica.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — As Diretrizes Curriculares, ao enfatizarem a aprendizagem como construção ativa, sustentam a legitimidade do ensino híbrido como prática que permite reconfigurar os tempos e espaços escolares, sem que isso comprometa o vínculo entre aluno, linguagem e cultura.

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