Conforme os pesquisadores, as nuvens de neblina "que se acumulam regularmente sobre a cidade montanhosa" são uma fonte inexplorada de água.A expressão destacada trata-se de uma oração:
ACoordenada explicativa.
BSubordinada adjetiva.
CSubordinada objetiva direta.
DCoordenada conclusiva.
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GabaritoB — Subordinada adjetiva.
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Análise sintática da oração destacada no texto
Gabarito: letra B. A oração "que se acumulam regularmente sobre a cidade montanhosa" é uma subordinada adjetiva, pois é introduzida pelo pronome relativo "que" e exerce função de adjunto adnominal do antecedente "as nuvens de neblina". O texto afirma: "as nuvens de neblina que se acumulam regularmente sobre a cidade montanhosa são uma fonte inexplorada de água". O pronome relativo retoma e qualifica o substantivo, caracterizando as nuvens que se acumulam. Não se trata de oração coordenada (não há conjunção coordenativa) nem de subordinada substantiva (não funciona como objeto direto).
Alternativa A — ❌ Incorreta
Oração coordenada explicativa seria introduzida por conjunção explicativa (pois, porque, que) e expressaria uma justificativa. Aqui o "que" é pronome relativo, não conjunção. A banca tenta confundir o candidato com o valor de explicação, mas a função sintática é de adjetiva.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A oração destacada é subordinada adjetiva restritiva, pois especifica quais nuvens são fonte inexplorada (as que se acumulam). O pronome relativo "que" retoma o termo anterior e introduz uma característica, exercendo a função de adjunto adnominal. A classificação está perfeita.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Oração subordinada substantiva objetiva direta funcionaria como objeto direto do verbo da oração principal. No trecho, a oração não desempenha esse papel; ela está ligada a um substantivo (nuvens), não a um verbo. O verbo "são" tem como sujeito "as nuvens..." e predicativo "fonte", sem objeto direto.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Oração coordenada conclusiva seria introduzida por conjunção conclusiva (logo, portanto, pois após vírgula) e expressaria conclusão. O "que" no texto não tem esse valor; é relativo. A ausência de conjunção conclusiva e a presença de pronome relativo derrubam essa opção.
NÃO CAIA NESSA!
Para identificar uma oração subordinada adjetiva, procure um pronome relativo (que, o qual, cujo, onde) retomando um termo anterior. Se houver, é adjetiva. Já as coordenadas sempre vêm ligadas por conjunções coordenativas (e, mas, ou, logo, pois, etc.). Decore as conjunções de cada tipo para não confundir.
NÃO CAIA NESSA!
Sujeito nunca tem preposição
Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.