Questão de Terapia Ocupacional — História, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional — AMEOSC 2025
Terapia OcupacionalHistória, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional
- Código
- qg405180
- Banca
- AMEOSC
- Órgão
- Prefeitura de Guarujá do Sul - SC
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Terapeuta Ocupacional
Após uma avaliação abrangente de um adulto com dor lombar crônica, o terapeuta ocupacional possui diversos dados: o diagnóstico médico de discopatia degenerativa, as pontuações da Medida de Independência Funcional (MIF), o relato do paciente sobre sua incapacidade de retornar ao trabalho como estoquista e o abandono de suas atividades de lazer, como a jardinagem. Agora, o profissional precisa sintetizar essas informações em uma conclusão que vá além da simples descrição dos sintomas ou da condição de saúde. A tarefa é construir uma afirmação diagnóstica que explique a situação funcional do indivíduo e que guie um plano de intervenção centrado em suas dificuldades de participação. Considerando o processo de elaboração do diagnóstico específico e da análise funcional em Terapia Ocupacional, assinale a alternativa correta.
- ARealizar a análise funcional do comportamento de evitação, identificando os antecedentes e as consequências que mantêm a inatividade, para então aplicar um programa de modificação comportamental sem a necessidade de analisar ou adaptar as demandas da ocupação em si.
- BConduzir a análise funcional do paciente focando-se exclusivamente na quantificação dos déficits das estruturas e funções do corpo, como a diminuição da amplitude de movimento lombar e da força muscular, pois são os únicos dados objetivos que podem direcionar o tratamento.
- CFormular o diagnóstico funcional com base na Classificação Internacional de Doenças (CID-11), especificando o código da patologia estrutural (ex: discopatia) e estabelecendo um prognóstico para a completa remissão dos sintomas álgicos com base na severidade da condição.
- DElaborar um diagnóstico terapêutico ocupacional que sintetize a interação entre a condição de saúde, os fatores contextuais (ambientais e pessoais) e a restrição na participação em ocupações significativas, identificando as barreiras e os facilitadores para o desempenho funcional.