Questão de Segurança e Transporte — Segurança Veicular — AMEOSC 2025
Segurança e TransporteSegurança Veicular
- Código
- qg408181
- Banca
- AMEOSC
- Órgão
- Prefeitura de Princesa - SC
- Ano
- 2025
- Nível
- Fundamental
- Cargo
- Agente de Apoio Operacional (CNH Categoria D)
A gestão rigorosa das operações e do consumo de insumos de um veículo ou máquina pesada é um pilar da administração de frotas, servindo não apenas para o controle de custos, mas também como um importante registro para fins de manutenção e comprovação de conformidade operacional. A evolução da tecnologia de motores para atender a normas ambientais mais rígidas introduziu a necessidade de novos fluidos consumíveis que atuam em conjunto com o combustível principal. A forma como o consumo desses novos fluidos é gerenciado e documentado reflete diretamente na legalidade e na condição mecânica do veículo. Com base nas melhores práticas de conservação e registro, assinale a alternativa que descreve corretamente a conduta do operador em relação a esses procedimentos.
- AO diário de bordo deve ser utilizado exclusivamente para o controle de quilometragem e consumo de combustível, devendo as solicitações de reparo ou relatos de anomalias, como falhas de freio ou problemas elétricos, serem comunicadas verbalmente à chefia, evitando-se o registro formal para não desvalorizar o ativo na ficha de manutenção.
- BO correto preenchimento do diário de bordo exige que o abastecimento de Arla 32 seja registrado com o mesmo rigor que o óleo diesel, pois a falta deste reagente ou o registro de um consumo incompatível com o de combustível pode indicar adulteração do sistema de pós-tratamento de gases (SCR), gerando falhas mecânicas e infrações ambientais.
- CO procedimento de conservação geral determina que, ao final do dia, o tanque de combustível seja preferencialmente deixado com um espaço vazio de cerca de 20% de sua capacidade, para permitir a expansão do óleo diesel devido ao calor e evitar danos ao sistema de injeção por excesso de pressão.
- DO registro do abastecimento de Arla 32 no diário de bordo é considerado uma prática secundária, pois o fluido atua apenas como um aditivo misturado ao diesel no tanque para melhorar a octanagem e reduzir a emissão de fumaça preta, não possuindo um sistema de controle eletrônico que registre seu consumo.