Questão de Segurança da Informação — Criptografia — Avança SP 2025
Segurança da Informação›Criptografia
Código
qg425058
Banca
Avança SP
Órgão
UNITAU
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Analista de Sistemas Sênior
No contexto da proteção de dados sensíveis armazenados em bancos de dados corporativos, qual prática é mais eficiente para garantir confidencialidade e integridade?
AUso de criptografia em repouso com algoritmos como AES-256
BImplementação de firewalls para bloquear acessos externos
CMonitoramento contínuo por sistemas IDS/IPS
DUso de balanceamento de carga para distribuir tráfego entre servidores seguros
EAutenticação de múltiplos fatores para acesso aos dados
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GabaritoA — Uso de criptografia em repouso com algoritmos como AES-256
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Proteção de dados sensíveis: confidencialidade e integridade
Gabarito: letra A. A prática mais eficiente para garantir confidencialidade e integridade de dados armazenados é a criptografia em repouso com algoritmos fortes como AES-256, pois cifra os dados no próprio armazenamento, tornando-os ilegíveis sem a chave – medida direta sobre o dado, diferentemente das demais opções que tratam de perímetro, detecção ou controle de acesso.
A questão é conceitual e testa a compreensão de que a proteção do dado em si (criptografia) é superior a controles periféricos quando o objetivo é a segurança do dado armazenado. Mesmo que um invasor obtenha acesso ao banco de dados, os dados criptografados permanecem protegidos.
Proteção de dados em repouso
1Criptografia (AES-256)
Confidencialidade (dados cifrados)
Integridade (alteração quebra a cifra)
2Controles periféricos
Firewall (só perímetro)
IDS/IPS (só detecção)
Balanceamento (só desempenho)
MFA (só acesso)
LEVEL · soulevel.com.br
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A criptografia em repouso (encryption at rest) transforma os dados em texto cifrado utilizando algoritmos simétricos como o AES-256. Isso garante confidencialidade (apenas quem tem a chave decifra) e integridade (qualquer alteração não autorizada quebra a cifra ou exige nova chave). É a prática mais eficiente porque protege o dado no seu local de armazenamento, independentemente de controles de perímetro ou acesso.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Firewalls bloqueiam acessos externos não autorizados à rede, mas não protegem os dados armazenados se um invasor já tiver acesso interno ou se um usuário legítimo extrair os dados. A confidencialidade e integridade dos dados em repouso não são garantidas pelo firewall.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Sistemas IDS/IPS monitoram o tráfego de rede e detectam tentativas de intrusão, mas não protegem os dados armazenados diretamente. Eles podem alertar sobre um ataque, mas não evitam que dados sensíveis sejam lidos ou alterados se o atacante já acessar o banco de dados.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Balanceamento de carga distribui o tráfego entre servidores para melhor desempenho e disponibilidade, mas não oferece proteção aos dados em repouso. Não trata de confidencialidade ou integridade dos dados armazenados.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Autenticação de múltiplos fatores (MFA) fortalece o controle de acesso, impedindo que pessoas não autorizadas acessem o sistema. No entanto, uma vez autenticado, um usuário pode ler ou extrair dados sem criptografia – os dados permanecem em texto claro no banco. MFA não criptografa os dados.
PEGA ESSA DICA!
Em provas de segurança da informação, lembre-se: para proteger dados em repouso, a primeira linha é a criptografia em repouso; para dados em trânsito, use TLS/SSL. Controles de perímetro e acesso são complementares, mas não substituem a criptografia do dado em si.