Questão de Noções de Informática — Internet — Avança SP 2025
Noções de Informática›Internet
Código
qg426684
Banca
Avança SP
Órgão
SAAE de Cerquilho - SP
Ano
2025
Nível
Médio
Com relação à navegação na internet, o cookie tem como um dos seus objetivos:
ARestringir o acesso a informações sigilosas de sites.
BInstalar vírus no computador dos usuários.
CRemover o sistema operacional do computador do usuário.
DPermitir a conexão à internet por meio de um provedor.
EIdentificar o usuário que está acessando o site e exibir informações personalizadas.
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoE — Identificar o usuário que está acessando o site e exibir informações personalizadas.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Cookies: identificação e personalização na navegação
Gabarito: letra E. O cookie é um pequeno arquivo de texto que o site envia ao navegador e que fica armazenado no computador do usuário; seu objetivo central é identificar o usuário que acessa o site e, com base nisso, exibir informações personalizadas (como preferências, carrinho de compras e anúncios direcionados). As demais alternativas atribuem ao cookie funções que não lhe pertencem — restringir acesso a informações sigilosas, instalar vírus, remover o sistema operacional ou permitir a conexão com o provedor.
O cookie é um dos mecanismos mais cobrados em provas de informática, justamente porque o candidato tende a confundi-lo com ferramentas de segurança ou com malware. Vamos entender o que ele realmente é e o que ele faz.
O que é um cookie?
Um cookie (ou "cookie HTTP") é um arquivo de texto simples, criado pelo servidor do site e armazenado no navegador do usuário. Ele contém informações como identificadores de sessão, preferências de idioma, itens de carrinho de compras e dados de login. Quando o usuário volta ao site, o navegador envia o cookie de volta ao servidor, permitindo que o site reconheça o usuário e personalize a experiência.
Para que serve, na prática?
Identificação do usuário: o cookie guarda um identificador único que permite ao site saber quem está acessando, mesmo sem o usuário fazer login novamente.
Personalização: com base no histórico de navegação e nas preferências, o site pode exibir conteúdo, ofertas e anúncios direcionados.
Manutenção de sessão: mantém o usuário "logado" enquanto navega, lembrando itens do carrinho, por exemplo.
O que o cookie NÃO faz?
Não restringe acesso a informações sigilosas: isso é função de mecanismos de autenticação e autorização (como senhas, certificados digitais e controle de permissões).
Não instala vírus: cookies são arquivos de texto, não executáveis; não podem conter código malicioso por si só. (Embora existam cookies de terceiros usados para rastreamento, eles não são malware.)
Não remove o sistema operacional: nenhum arquivo de texto tem esse poder; isso seria função de um malware destrutivo.
Não permite a conexão à internet: a conexão é feita pelo provedor de acesso (ISP) e pelos protocolos de rede (TCP/IP); o cookie atua em uma camada superior, dentro do navegador.
A pegadinha da banca
A banca explora a confusão entre cookie e ferramentas de segurança/malware. O candidato que não domina o conceito pode marcar a alternativa B (instalar vírus) ou a A (restringir acesso sigiloso), por associar cookie a algo "perigoso". Mas o cookie é um recurso de personalização e identificação, não de segurança nem de ataque.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca a função do cookie por funções de segurança ou de malware. Lembre-se: cookie é um arquivo de texto que identifica e personaliza — não bloqueia, não infecta, não apaga e não conecta. Se a alternativa falar em "restringir", "vírus", "remover sistema" ou "conexão", está errada.
Análise das alternativas
Cookie HTTP: O que é (Arquivo de texto simples, Criado pelo servidor, Armazenado no navegador); Funções (Identifica o usuário, Personaliza a navegação, Mantém a sessão); O que NÃO faz (Restringir acesso sigiloso, Instalar vírus, Remover sistema operacional, Conectar à internet)
Alternativa A — ❌ Incorreta
Restringir o acesso a informações sigilosas de sites não é função do cookie. O controle de acesso a informações sigilosas é feito por mecanismos de autenticação e autorização (login, senha, permissões, certificados digitais). O cookie, no máximo, pode armazenar um token de sessão, mas a decisão de liberar ou negar acesso é do servidor, com base em credenciais — não do cookie em si.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Instalar vírus no computador dos usuários é uma função de malware (cavalo de troia, worm, etc.), não de cookie. Cookies são arquivos de texto puro, sem capacidade de execução; não podem instalar programas nem conter código malicioso. A banca tenta associar cookie a algo nocivo, mas essa é uma confusão comum e incorreta.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Remover o sistema operacional do computador do usuário é uma ação destrutiva típica de malware (como um vírus de boot ou ransomware). Um cookie, por ser um simples arquivo de texto, não tem qualquer capacidade de alterar ou remover o sistema operacional. Essa alternativa é um absurdo técnico, usado apenas como distrator.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Permitir a conexão à internet por meio de um provedor é função do provedor de acesso (ISP) e dos protocolos de rede (TCP/IP, DHCP, etc.). O cookie atua em uma camada superior, dentro do navegador, e não tem relação com o estabelecimento da conexão física ou lógica com a internet.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Identificar o usuário que está acessando o site e exibir informações personalizadas é exatamente a função principal do cookie. Ele armazena um identificador e preferências, permitindo que o site reconheça o usuário em visitas futuras e personalize o conteúdo (como saudação pelo nome, carrinho de compras, recomendações e anúncios direcionados). É a definição clássica de cookie.
Conclusão
O cookie é um arquivo de texto que identifica o usuário e personaliza a navegação. Ele não é ferramenta de segurança, não é malware e não interfere na conexão. Na prova, desconfie de alternativas que atribuam ao cookie funções de bloqueio, infecção ou destruição — a correta é sempre a que fala em identificação e personalização.