Questão de Terapia Ocupacional — Terapia Ocupacional nas Áreas de Traumato-Ortopedia, Reumatologia, Cardiopulmonar, Neurologia e Neonatologia — CETREDE 2025
Terapia OcupacionalTerapia Ocupacional nas Áreas de Traumato-Ortopedia, Reumatologia, Cardiopulmonar, Neurologia e Neonatologia
- Código
- qg429214
- Banca
- CETREDE
- Órgão
- Prefeitura de São Benedito - CE
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Terapeuta Ocupacional
Leia a situação hipotética a seguir.Um paciente de 45 anos, com diagnóstico de sequela de Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico, apresenta hemiparesia à direita, dificuldades motoras significativas na parte superior do corpo e alteração no equilíbrio postural. Durante a avaliação terapêutica, o terapeuta ocupacional observa o padrão de movimento compensatório do paciente, como o uso excessivo do braço esquerdo e o aumento da sobrecarga nas articulações do membro afetado.Considerando os princípios da Cinesiologia e sua aplicação, é CORRETO afirmar que, o terapeuta ocupacional deve
- Aconcentrar, unicamente, na reabilitação das funções motoras do paciente, sem considerar a necessidade de ajustar padrões posturais ou compensatórios, já que o objetivo principal é a recuperação do movimento.
- Bavaliar os padrões de movimento, postura e sobrecarga nas articulações para criar intervenções que promovam a funcionalidade global, integrando aspectos motores, posturais e cognitivos, visando um equilíbrio entre os membros afetados e não afetados.
- Cevitar o uso de técnicas que estimulem os movimentos do membro afetado, concentrando-se, apenas, na estabilização do membro não afetado, já que qualquer movimento poderia interferir na recuperação do lado paralisado.
- Dlimitar-se à correção dos padrões posturais, não sendo necessária a análise dos padrões de movimento ou das sobrecargas articulares, pois não influenciam diretamente a funcionalidade nas atividades de vida diária.
- Epriorizar o treinamento do membro não afetado, para garantir a execução das atividades de vida diária com maior eficiência, sem realizar intervenções no membro comprometido até que ele apresente sinais de recuperação espontânea.