Questão de Fisioterapia — Fisioterapia Neurológica — FACET Concursos 2025
FisioterapiaFisioterapia Neurológica
- Código
- qg448827
- Banca
- FACET Concursos
- Órgão
- Prefeitura de Pedro Velho - RN
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Fisioterapia
Em pacientes pós-AVC com hemiparesia, a reabilitação fisioterapêutica tem sido fortemente associada à promoção da neuroplasticidade, visando à recuperação motora. A estimulação magnética transcraniana repetitiva (rTMS) tem ganhado destaque como uma técnica não invasiva capaz de potencializar os ganhos motores. Considere um paciente que apresenta disfunção motora grave no membro superior direito após um AVC isquêmico, com espasticidade moderada. Dado o contexto clínico e os princípios de neuroplasticidade, qual seria a melhor abordagem de reabilitação para otimizar os resultados funcionais, integrando a rTMS à reabilitação fisioterapêutica?
- AAplicação de rTMS de baixa frequência (1 Hz) no córtex motor contralateral à lesão, associada à estimulação elétrica funcional (FES) durante atividades de vida diária, para promover a modulação da inibição inter-hemisférica e aumentar a função do membro superior afetado.
- BUtilização de rTMS de alta frequência (10 Hz) no córtex motor ipsilateral à lesão para ativar os circuitos neuronais motores preservados, seguida de cinesioterapia passiva para evitar sobrecarga muscular, promovendo reorganização cortical sem risco de fadiga muscular.
- CRealização de rTMS em baixa frequência (1 Hz) diretamente na área peri-infarto, seguida de exercícios isométricos do membro afetado com resistência leve, a fim de promover a recuperação da plasticidade sináptica e otimizar o controle motor.
- DIntegração de rTMS de alta frequência (20 Hz) no hemisfério ipsilateral à lesão, com ativação simultânea do membro superior não afetado, utilizando cinesioterapia de alta intensidade para ativar circuitos cruzados e aumentar a conectividade inter-hemisférica.
- EAplicação de rTMS de baixa frequência (1 Hz) em ambos os hemisférios, seguida de exercícios passivos contínuos, a fim de sincronizar o recrutamento de neurônios em áreas distantes da lesão e reduzir a espasticidade de forma prolongada.