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Questão de Terapia Ocupacional — História, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional — FACET Concursos 2025

Terapia OcupacionalHistória, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional
Código
qg449261
Banca
FACET Concursos
Órgão
Prefeitura de Pedro Velho - RN
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Terapeuta Ocupacional
As teorias do desenvolvimento humano são fundamentais na Terapia Ocupacional, fornecendo a base para intervenções que abordam os desafios psicossociais em diferentes fases do ciclo de vida. No caso de um paciente adulto que enfrenta dificuldades de adaptação psicossocial após um acidente incapacitante, resultando na perda parcial de mobilidade, o terapeuta ocupacional deve estruturar a intervenção com base na teoria do desenvolvimento psicossocial de Erik Erikson. Considerando as crises psicossociais descritas por Erikson, qual abordagem seria mais adequada neste contexto?
  1. AA aplicação da fase de “Autonomia vs. Vergonha e Dúvida” seria a mais apropriada, já que o foco da intervenção deve ser o desenvolvimento do controle motor e da autonomia nas atividades diárias, o que ajudará o paciente a evitar sentimentos de inadequação e vergonha associados à perda de mobilidade.
  2. BA intervenção deve priorizar a fase de “Intimidade vs. Isolamento”, centrando-se na restauração dos relacionamentos e no incentivo à interação social como forma de adaptação. De acordo com Erikson, as relações íntimas são fundamentais para o adulto superar crises psicossociais após traumas incapacitantes, permitindo a reconstrução do apoio emocional e social.
  3. CA fase de “Generatividade vs. Estagnação” é a mais indicada, pois a intervenção deve focar em ajudar o paciente a encontrar maneiras de continuar contribuindo para a sociedade, promovendo o sentimento de utilidade, mesmo diante das limitações físicas. Erikson sugere que a incapacidade de se sentir produtivo pode levar à estagnação, agravando o quadro emocional.
  4. DA intervenção deve focar na crise de “Identidade vs. Confusão de Papéis”, já que a perda de mobilidade pode desencadear uma crise de identidade no adulto, desafiando seu senso de si mesmo. Erikson destaca que, para adultos, a identidade está fortemente ligada à funcionalidade física e à adaptação a novas circunstâncias.
  5. EA fase de “Confiança Básica vs. Desconfiança” deve ser aplicada, uma vez que a confiança do paciente no processo de reabilitação é essencial para o sucesso terapêutico. O terapeuta deve concentrar-se em restaurar essa confiança, proporcionando ao paciente segurança física e emocional para lidar com as limitações impostas pelo acidente.
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GabaritoC — A fase de “Generatividade vs. Estagnação” é a mais indicada, pois a intervenção deve focar em ajudar o paciente a encontrar maneiras de continuar contribuindo para a sociedade, promovendo o sentimento de utilidade, mesmo diante das limitações físicas. Erikson sugere que a incapacidade de se sentir produtivo pode levar à estagnação, agravando o quadro emocional.

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