Auditoria interna: efetividade do controle de custos assistenciais
Gabarito: letra B. A alternativa B é a única que aponta ações concretas para fortalecer a auditoria: capacitação dos auditores e infraestrutura tecnológica com uso de análise de grandes bases de dados e inteligência artificial. Esses elementos são essenciais para garantir a efetividade do controle, pois permitem maior precisão, abrangência e tempestividade na avaliação dos custos.
As demais alternativas trazem medidas que comprometem a qualidade da auditoria:
A: suspender atividades durante restrições orçamentárias fragiliza o controle.
C: centralizar em órgãos federais ignora realidades locais, reduzindo efetividade.
D: substituir análise técnica por relatórios subjetivos perde objetividade.
E: adotar formulários manuais em vez de sistemas informatizados reduz eficiência e aumenta riscos de erro.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Suspender auditorias em enfermagem durante restrições orçamentárias é o oposto do necessário; o controle deve ser mantido e até intensificado para evitar desperdícios.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Investir em capacitação e tecnologia, com big data e IA, é ação essencial para modernizar a auditoria, permitindo análise de grandes volumes de dados e detecção de padrões, conforme melhores práticas de auditoria interna.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Centralizar auditorias no nível federal desconsidera as particularidades locais do SUS, o que pode gerar diretrizes inadequadas e reduzir a efetividade do controle.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Relatórios descritivos e subjetivos não substituem a análise técnica objetiva; isso comprometeria a confiabilidade dos achados de auditoria.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Formulários manuais são menos eficientes e mais sujeitos a erros que sistemas informatizados; contingenciamento de despesas não justifica retrocesso tecnológico.
Gabarito: letra B.