Questão de História — História Geral — FUNDATEC 2025
- Código
- qg473163
- Banca
- FUNDATEC
- Órgão
- IF Sertão - PE
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Professor EBTT - História
- AApenas I.
- BApenas II.
- CApenas I e III.
- DApenas II e III.
- EI, II e III.
GabaritoD — Apenas II e III.
Gabarito: letra D. Apenas as assertivas II e III estão corretas. A assertiva I erra ao afirmar que o pensamento clássico havia 'desaparecido totalmente' na Idade Média e que o Renascimento 'finalizou' com a hegemonia da Igreja – na realidade, houve continuidades e a Igreja permaneceu influente.
A banca utiliza uma generalização indevida na assertiva I: as expressões 'totalmente desaparecido' e 'finalizando com a hegemonia' são exageros históricos. O Renascimento não rompeu por completo com a tradição medieval; houve preservação de textos clássicos em mosteiros e a Igreja Católica continuou como importante patrona das artes.
A afirmação de que o pensamento clássico havia 'desaparecido totalmente' é falsa. Durante a Idade Média, obras de autores greco-romanos foram copiadas e estudadas em mosteiros e universidades, além da influência bizantina. Também não é correto dizer que o Renascimento 'finalizou' com a hegemonia da Igreja e do teocentrismo; a Igreja continuou poderosa e muitos artistas renascentistas (como Michelangelo e Leonardo da Vinci) trabalharam para papas e ordens religiosas.
A centralização monárquica absolutista incentivou o mecenato: reis e príncipes patrocinavam artistas e intelectuais para glorificar seu poder e legitimar o Absolutismo. Exemplos clássicos são os Médici em Florença, Francisco I na França e os reis espanhóis.
O Renascimento Científico valorizou a observação empírica e a experimentação, rompendo com a autoridade exclusiva dos textos antigos. Figuras como Copérnico, Galileu e Vesálio exemplificam essa nova atitude de explicar a natureza racionalmente, correlacionando fenômenos observados.
Conclusão: Corretas apenas II e III → gabarito letra D.
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