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Questão de Medicina — Gastroenterologia — FUNDATEC 2025

MedicinaGastroenterologia
Código
qg476725
Banca
FUNDATEC
Órgão
Prefeitura de Imbé - RS
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Médico Gastroenterologista
Um paciente do sexo masculino, 50 anos, diagnosticado com colite ulcerativa há 15 anos, com envolvimento extenso (pancolite) desde o início e com histórico de inflamação moderada a grave intermitente, apesar do tratamento com mesalazina e imunossupressores, está em maior risco de câncer colorretal (CCR) em comparação à população geral, devido à longa duração da doença e ao extenso envolvimento colônico. O gastroenterologista está revisando as diretrizes atuais para estabelecer um plano de vigilância a longo prazo, que deve considerar o risco individualizado do paciente e as melhores práticas de endoscopia e histopatologia. O paciente também expressa o desejo de participar ativamente das decisões sobre o seu plano de rastreamento. Considerando que os pacientes com DII permanecem em risco aumentado para CCR e morte por CCR em comparação com a população geral, qual dos seguintes elementos, referente ao manejo da neoplasia, é abordado como uma área central e de relevância clínica prática nas diretrizes de vigilância mais recentes?
  1. AA recomendação de biópsia aleatória (randomizada) a cada 5 cm como modalidade única e suficiente de rastreio em todas as colonoscopias.
  2. BA exclusão de biomarcadores e detecção assistida por inteligência artificial (IA) como modalidades de vigilância válidas, priorizando apenas a biópsia aleatória.
  3. CA indicação de colectomia total como a única opção terapêutica para qualquer grau de displasia, independentemente de ser detectada em lesões planas ou elevadas.
  4. DO manejo da displasia exige avaliação em uma equipe multidisciplinar (MDT), sendo que a decisão de tratamento deve sopesar opções endoscópicas e cirúrgicas conforme a ressecabilidade da lesão.
  5. EA exclusão completa e automática de pacientes com menos de 10 anos de diagnóstico da colite ulcerativa da estratificação de risco para neoplasia.
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GabaritoD — O manejo da displasia exige avaliação em uma equipe multidisciplinar (MDT), sendo que a decisão de tratamento deve sopesar opções endoscópicas e cirúrgicas conforme a ressecabilidade da lesão.

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