Questão de História — História Geral — FUNDATEC 2025
- Código
- qg482968
- Banca
- FUNDATEC
- Órgão
- Prefeitura de Xangri-lá - RS
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Professor de História
- AApenas I.
- BApenas II.
- CApenas III.
- DApenas I e III.
- EI, II e III.
GabaritoB — Apenas II.
Gabarito: letra B (apenas a assertiva II está incorreta). A assertiva II inverte o desfecho da Crise dos Mísseis de Cuba: ao contrário do que afirma, a crise terminou com a retirada dos mísseis soviéticos de Cuba, não com a consolidação da supremacia soviética no hemisfério. As assertivas I e III estão corretas, pois descrevem acertadamente a Doutrina Truman/Plano Marshall e a política de détente, respectivamente.
A Doutrina Truman e o Plano Marshall foram pilares da política de contenção ao comunismo, oferecendo ajuda econômica e militar aos países da Europa Ocidental para resistir à influência soviética. A assertiva está em conformidade com o contexto histórico.
A Crise dos Mísseis de Cuba (1962) não resultou em supremacia soviética. Após negociações, a URSS concordou em remover seus mísseis de Cuba em troca do compromisso dos EUA de não invadirem a ilha e da remoção secreta de mísseis americanos da Turquia. Portanto, a assertiva é falsa ao afirmar que os mísseis permaneceram e que houve recuo estratégico dos EUA.
A détente (décadas de 1970-1980) representou um alívio nas tensões da Guerra Fria, materializado em acordos de limitação de armas como SALT I e II. Contudo, não impediu a ocorrência de conflitos indiretos (guerras por procuração) em regiões como Ásia, África e América Latina. A assertiva está correta.
Conclusão: Apenas a assertiva II está incorreta. Portanto, a alternativa correta é a letra B (Apenas II).
A banca tenta fazer o aluno acreditar que a Crise dos Mísseis de Cuba foi uma vitória soviética, quando na realidade a URSS recuou e retirou os mísseis. Fique atento: o desfecho foi uma negociação que evitou a guerra, sem consolidação de supremacia de nenhum lado.
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