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Questão de Relações Públicas — Comunicação Organizacional nas Relações Públicas — FUNDATEC 2025

Relações PúblicasComunicação Organizacional nas Relações Públicas
Código
qg484335
Banca
FUNDATEC
Órgão
UFRGS
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Produtor Cultural
Uma instituição cultural centenária reconhecida como patrimônio cultural imaterial está desenvolvendo um projeto de revitalização que inclui restauro arquitetônico, modernização tecnológica e criação de um centro de memória digital. O projeto, orçado em R$ 8 milhões, envolve recursos da Lei Rouanet, financiamento do BNDES, contrapartida da mantenedora e crowdfunding internacional (R$ 500 mil). O projeto possui múltiplos stakeholders com interesses divergentes: o IPHAN (preservação patrimonial), a comunidade local (acesso e programação), patrocinadores corporativos (retorno de imagem), governo municipal (desenvolvimento turístico), academia internacional (pesquisa) e diáspora cultural (conexão identitária). Cada grupo possui expectativas específicas, canais de comunicação preferenciais e métricas de sucesso distintas. A diretoria de comunicação precisa desenvolver uma estratégia de comunicação institucional que gerencie as tensões entre preservação e modernização, equilibre interesses comerciais e missão cultural e construa legitimidade social para o projeto em um contexto de crescente escrutínio público sobre o uso de recursos incentivados. Qual abordagem de comunicação institucional apresenta maior eficácia para construir consenso entre stakeholders divergentes e assegurar a sustentabilidade reputacional do projeto a longo prazo?
  1. AEstratégia de performance comercial e ROI mensurável: desenvolvimento de campanha de comunicação focada na demonstração quantitativa do retorno sobre investimento para cada stakeholder, com ênfase em métricas de visitação, receita gerada, empregos criados e impacto econômico regional, utilizando dashboards em tempo real e relatórios de performance que comprovem a eficiência na aplicação dos recursos captados.
  2. BEstratégia de comunicação integrada e gestão de stakeholders: construção de uma narrativa institucional unificadora que posicione o projeto como síntese entre tradição e inovação, implementando canais de diálogo segmentados por público (comitê consultivo com IPHAN, assembleias comunitárias, relatórios executivos para patrocinadores, publicações acadêmicas, plataforma digital para diáspora), com governança transparente, prestação de contas proativa e gestão antecipada de conflitos de interesse.
  3. CEstratégia de identidade visual corporativa e branding: criação de sistema de identidade visual sofisticado que reflita a dualidade patrimônio-modernidade, desenvolvimento de manual de marca abrangente, produção de materiais gráficos de alta qualidade (catálogos, relatórios anuais, sinalização arquitetônica) e implementação de estratégia de naming que fortaleça o reconhecimento da marca institucional no mercado cultural nacional e internacional.
  4. DEstratégia de comunicação interna e alinhamento organizacional: priorização da comunicação interna através de programas de capacitação da equipe, workshops de alinhamento estratégico, criação de intranet corporativa, implementação de sistema de feedback 360° e desenvolvimento de cultura organizacional coesa que garanta a execução eficiente do projeto independentemente das pressões externas dos diferentes stakeholders.
  5. EEstratégia de gestão reativa de crises e monitoramento: implementação de sistema de monitoramento de mídia e redes sociais 24/7, criação de protocolos de resposta rápida para situações de crise, treinamento de porta-vozes para entrevistas de emergência e desenvolvimento de banco de respostas pré-aprovadas para questionamentos recorrentes sobre o uso de recursos públicos e as decisões curatoriais do projeto.
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GabaritoB — Estratégia de comunicação integrada e gestão de stakeholders: construção de uma narrativa institucional unificadora que posicione o projeto como síntese entre tradição e inovação, implementando canais de diálogo segmentados por público (comitê consultivo com IPHAN, assembleias comunitárias, relatórios executivos para patrocinadores, publicações acadêmicas, plataforma digital para diáspora), com governança transparente, prestação de contas proativa e gestão antecipada de conflitos de interesse.

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