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Questão de Medicina Legal — Tanatologia Forense — FURB 2025

Medicina LegalTanatologia Forense
Código
qg489482
Banca
FURB
Órgão
Prefeitura de Biguaçu - SC
Ano
2025
Nível
Fundamental
Cargo
Coveiro - Edital nº 1 PSS
No traslado de ossada para urna ossuária, a rastreabilidade é essencial para evitar extravio e responsabilização do serviço. O procedimento mais adequado é:
  1. ARemover excesso de terra com escovação a seco e limpeza mínima, secar à sombra, acondicionar em recipiente/embalagem apropriada e identificar com dados completos (nome, datas, registro, localização e destino).
  2. BAplicar solução desinfetante por imersão antes do acondicionamento, pois a desinfecção é obrigatória para reduzir risco biológico e permitir manuseio sem EPI específico.
  3. CRealizar lavagem com água corrente para remoção completa de terra, secar ao sol direto e identificar apenas com número sequencial, pois os dados nominais constam exclusivamente no sistema.
  4. DAcondicionar imediatamente após retirada, sem limpeza prévia, e identificar apenas a quadra de destino, pois o detalhamento é feito posteriormente pelo setor administrativo.
  5. ESecar em estufa aquecida para acelerar o processo e identificar com etiqueta adesiva externa, pois a identificação interna é dispensável quando há registro fotográfico digital.
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GabaritoA — Remover excesso de terra com escovação a seco e limpeza mínima, secar à sombra, acondicionar em recipiente/embalagem apropriada e identificar com dados completos (nome, datas, registro, localização e destino).

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Tanatologia Forense - Traslado de Ossada

Gabarito: A. O procedimento mais adequado para garantir a rastreabilidade no traslado de ossada para urna ossuária é a remoção do excesso de terra com escovação a seco e limpeza mínima, secagem à sombra, acondicionamento em recipiente/embalagem apropriada e identificação com dados completos (nome, datas, registro, localização e destino). Isso segue as boas práticas em tanatologia forense, que priorizam a preservação dos vestígios e a correta identificação dos restos mortais.

A questão exige conhecimento dos procedimentos padrão para manuseio de ossadas durante exumação ou traslado. A rastreabilidade depende de identificação inequívoca e de técnicas que não danifiquem os ossos. Vamos analisar cada alternativa.

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A descrição contempla todas as etapas necessárias: limpeza a seco (evita danos por umidade excessiva), secagem natural à sombra (protege contra ressecamento e rachaduras), acondicionamento individualizado em recipiente adequado e identificação completa. A identificação deve conter dados que permitam rastrear a origem e o destino, garantindo a cadeia de custódia.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Afirma que a desinfecção por imersão é obrigatória e que permite manuseio sem EPI. A imersão em solução desinfetante pode danificar os ossos (dissolução de substâncias ósseas) e não é rotineira para ossadas secas. Além disso, mesmo com desinfecção, o uso de EPI (luvas, máscara) é sempre recomendado por precaução biológica. A banca confunde procedimentos para cadáveres recentes com manipulação de ossadas.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Propõe lavagem com água corrente e secagem ao sol direto. A lavagem remove possíveis vestígios (terra, tecidos, substâncias de interesse forense) e pode comprometer a preservação. A secagem ao sol provoca ressecamento excessivo e trincas. A identificação apenas com número sequencial é insuficiente para a rastreabilidade, pois os dados nominais devem constar fisicamente no recipiente.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Acondicionar imediatamente sem limpeza mínima permite que terra e umidade acelerem a deterioração e possam contaminar outros ossos. A identificação apenas da quadra de destino (sem detalhes do indivíduo) inviabiliza a rastreabilidade. A responsabilidade pela identificação não pode ser delegada posteriormente; cada etapa deve ser documentada.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Secagem em estufa aquecida acelera o processo mas pode causar danos térmicos aos ossos (fissuras, deformações). A identificação apenas externa é arriscada, pois etiquetas podem se soltar. A identificação interna (no próprio recipiente) é indispensável para garantir a correlação mesmo se a etiqueta externa se perder. O registro fotográfico complementa, mas não substitui a identificação física.

Gabarito: A

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