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Questão de Criminologia — Teorias Criminológicas: Escola de Chicago - explicação ecológica do crime, Estrutural-funcionalistas, Associação Diferencial, Anomia, Subcultura Delinquente, Crítica ou Radical, Etiquetamento ou “Labelling Approach”. — FURB 2025

CriminologiaTeorias Criminológicas: Escola de Chicago - explicação ecológica do crime, Estrutural-funcionalistas, Associação Diferencial, Anomia, Subcultura Delinquente, Crítica ou Radical, Etiquetamento ou “Labelling Approach”.
Código
qg499281
Banca
FURB
Órgão
Prefeitura de São João Batista - SC
Ano
2025
Nível
Fundamental
Cargo
Condutor de Veículo Leve
O avanço do crime organizado no Brasil tem gerado debates sobre as melhores formas de enfrentamento ao problema. Especialistas em segurança pública apontam que a atuação das facções criminosas se expandiu para quase todos os estados brasileiros. Diante dessa realidade, uma das principais dificuldades para o combate eficiente a essas organizações é:
  1. AO excesso de integração entre as polícias estaduais, que dificulta ações localizadas nas comunidades.
  2. BA ausência de legislação federal sobre segurança pública, que impede qualquer ação coordenada.
  3. CA falta de recursos tecnológicos nas organizações criminosas, que limita sua capacidade de expansão.
  4. DA concentração das facções em um único estado, o que impede operações de âmbito nacional.
  5. EA fragmentação da segurança pública em ilhas estaduais, sem coordenação entre os estados e a União.
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GabaritoE — A fragmentação da segurança pública em ilhas estaduais, sem coordenação entre os estados e a União.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Crime Organizado e Segurança Pública no Brasil

Gabarito: letra E. A principal dificuldade apontada para o combate ao crime organizado no Brasil é a fragmentação da segurança pública em âmbitos estaduais, sem coordenação efetiva entre os estados e a União. Essa realidade decorre da autonomia dos entes federativos na área de segurança, que resulta em ações desarticuladas.

A questão testa o conhecimento sobre a estrutura da segurança pública brasileira e os desafios enfrentados no enfrentamento a organizações criminosas que atuam em múltiplos estados. A alternativa correta reflete a falta de integração sistêmica, que dificulta a cooperação e a troca de informações.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que há "excesso de integração entre as polícias estaduais". Na prática, o problema é o oposto: há baixa integração, com polícias civis e militares frequentemente atuando sem compartilhamento de dados e com pouca coordenação.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Diz que há "ausência de legislação federal sobre segurança pública". Existe sim legislação federal, como a Lei nº 12.850/2013 (Lei das Organizações Criminosas) e o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). O que falta é a implementação efetiva de mecanismos de coordenação.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Afirma que "falta de recursos tecnológicos nas organizações criminosas limita sua capacidade de expansão". Pelo contrário, as facções criminosas têm demonstrado alta capacidade de adaptação e uso de tecnologia, expandindo-se para todo o país.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Alega "concentração das facções em um único estado". As principais facções (como PCC e Comando Vermelho) atuam em diversos estados, muitas vezes com ramificações interestaduais e internacionais.

Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Descreve com precisão a realidade da segurança pública no Brasil: a atuação fragmentada em "ilhas estaduais", sem coordenação entre os estados e a União. Essa falta de articulação dificulta operações integradas e o compartilhamento de inteligência, favorecendo a atuação do crime organizado.

Gabarito: letra E.

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