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Questão de Pedagogia — Temas Educacionais Pedagógicos — FURB 2025

PedagogiaTemas Educacionais Pedagógicos
Código
qg501634
Banca
FURB
Órgão
SED-SC
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Professor - Orientador de Convivência - Edital nº 3.021
Em conselho de classe, docentes relatam que estudantes da turma do 8º ano frequentemente demonstram indiferença diante de situações de exclusão de pares: quando alguém é alvo de risadas, ignorado ou isolado, colegas não intervêm e por vezes amplificam o desconforto. O Orientador de Convivência diagnostica que ausência de empatia não significa incapacidade, mas reflete falta de abertura para conhecer "outras realidades e visões de mundo". Propõe criar espaços sistemáticos onde estudantes se posicionem frente a injustiças vivenciadas por colegas. A estratégia que melhor estrutura desenvolvimento de empatia e não violência ativa é:
  1. AImplementar círculos de escuta, em que estudantes expressam exclusão; criar oportunidades de reconhecimento de dor alheio; fornecer instrumentos para posicionamento contra injustiça; construir compromisso coletivo de não omissão.
  2. BReconhecer que adolescentes naturalmente priorizam lealdade ao próprio grupo; aceitar que indiferença é fase desenvolvimental; manter ações de inclusão restritas a programas externos especializados.
  3. CAplicar sanções disciplinares aos estudantes que silenciam frente a exclusão; documentar indiferença para arquivo institucional; comunicar aos pais comportamentos considerados "eticamente inadequados".
  4. DDesignar alguns estudantes como "guardiões da empatia" responsáveis por confrontar exclusão; criar responsabilidade vertical em que lideranças isoladas intervêm em situações de injustiça.
  5. EOferecer palestras sobre empatia e solidariedade; esperar que compreensão intelectual sobre valor da inclusão modifique comportamentos de apoio aos colegas sem espaços estruturados de vivência.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — Implementar círculos de escuta, em que estudantes expressam exclusão; criar oportunidades de reconhecimento de dor alheio; fornecer instrumentos para posicionamento contra injustiça; construir compromisso coletivo de não omissão.

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