Questão de Fisioterapia — Fisioterapia em Pacientes de UTI — IADES 2025
FisioterapiaFisioterapia em Pacientes de UTI
- Código
- qg508787
- Banca
- IADES
- Órgão
- COFFITO
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Fisioterapia em Terapia Intensiva - Pediatria
Um lactente de 8 meses com pneumonia grave encontra-se na UTI pediátrica, em ventilação espontânea. O fisioterapeuta deseja aplicar uma nova técnica de fisioterapia respiratória que demonstrou redução significativa da duração da hospitalização em ensaios clínicos recentes. No entanto, a intervenção ainda não foi incluída nas diretrizes institucionais e não há consentimento formal dos responsáveis quanto à técnica experimental. Alguns membros da equipe defendem a aplicação imediata devido à evidência científica, enquanto outros alertam para o risco ético de aplicar uma intervenção não protocolada.Considerando os princípios da Prática Baseada em Evidência (PBE) e da ética profissional, qual é a conduta mais apropriada para o fisioterapeuta que atua nesta UTI?
- AAplicar a técnica imediatamente, sem consultar ou informar a equipe, chefia e equipe da administração hospitalar, pois a evidência científica é robusta e supera as burocracias administrativas da instituição por demonstrar eficácia.
- BSolicitar celeridade da inclusão da técnica nas diretrizes institucionais e solicitar autorização da chefia para aplicar a técnica após obter consentimento informado dos responsáveis, documentando os riscos, benefícios e base científica da intervenção.
- CAguardar novas publicações científicas sobre o tema, pois muitas vezes as evidências são momentâneas, sendo assim, é essencial que se mantenha a cautela no surgimento de novas técnicas, mesmo que sejam oriundas de estudos considerados de alto nível de rigor e evidência.
- DDiscutir com a equipe sobre a importância da livre escolha entre os profissionais fisioterapeutas, mesmo que a técnica seja protocolada e mesmo que exista a comprovação robusta, segura e eficaz, que gera benefícios comprovados ao paciente, o fisioterapeuta pode não adotar a nova técnica.
- ESeguir com a técnica já protocolada, ignorando completamente a evidência científica recente que demonstrou redução significativa da duração da hospitalização em ensaios clínicos recentes, pois o que vem sendo realizado dentro do protocolo do hospital vem apresentando bons resultados.