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Questão de Terapia Ocupacional — História, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional — IADES 2025

Terapia OcupacionalHistória, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional
Código
qg509034
Banca
IADES
Órgão
COFFITO
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Terapia Ocupacional em Saúde Mental
Ribeiro e Machado (2008) discutem que, as novas formas do cuidar em saúde mental emergem em um contexto de tensões entre práticas ainda centradas no modelo biomédico e propostas territorializadas de cuidado descentralizado e compartilhado. Nesse cenário, a Terapia Ocupacional enfrenta o desafio de:
  1. AReconhecer a permanência do modelo hospitalocêntrico ainda como uma realidade estruturante dos serviços, tensionando-o criticamente e, ao mesmo tempo, fortalecendo práticas territoriais, coletivas e interdisciplinares que reafirmam a Reforma Psiquiátrica e a centralidade do cotidiano dos sujeitos.
  2. BA expansão da atenção territorial, embora positiva, enfraquece inevitavelmente a identidade profissional do terapeuta ocupacional, diluindo suas especificidades na lógica interdisciplinar, no campo da saúde mental.
  3. CAssumir que a Reforma Psiquiátrica já garantiu a desinstitucionalização, o que permitiu à Terapia Ocupacional consolidar suas práticas comunitárias, sem necessidade de manutenção de práticas críticas frente a dispositivos asilares ainda existentes.
  4. DO cuidado em saúde mental deve ser guiado por protocolos universais, cabendo ao terapeuta ocupacional aplicá-los rigorosamente para garantir uniformidade no atendimento aos usuários, garantindo singularidade aos projetos terapêuticos.
  5. EAbandonar progressivamente o núcleo profissional da Terapia Ocupacional, substituindo-o por funções indistintas da equipe multiprofissional, uma vez que o foco do cuidado passa a ser a coletividade e não a especificidade da profissão.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoA — Reconhecer a permanência do modelo hospitalocêntrico ainda como uma realidade estruturante dos serviços, tensionando-o criticamente e, ao mesmo tempo, fortalecendo práticas territoriais, coletivas e interdisciplinares que reafirmam a Reforma Psiquiátrica e a centralidade do cotidiano dos sujeitos.

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