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Questão de Terapia Ocupacional — Ética e Legislação Profissional — IADES 2025

Terapia OcupacionalÉtica e Legislação Profissional
Código
qg509114
Banca
IADES
Órgão
COFFITO
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Terapia Ocupacional no Contexto Escolar
Uma escola particular de ensino fundamental firmou parceria com uma terapeuta ocupacional para apoiar práticas inclusivas e avaliar alunos com dificuldades de participação.Certa manhã, a coordenadora pedagógica solicita que a terapeuta ocupacional emita um laudo descritivo sobre uma aluna de 6 anos, com o objetivo de "confirmar se ela tem TDAH para justificar o pedido de acompanhante terapêutico" junto à secretaria de educação.A terapeuta, que acompanha a escola há três meses em um projeto de assessoria, conhece a criança por meio de observações e conversas com os professores, mas não realizou avaliação formal padronizada nem obteve autorização dos responsáveis.Diante desse pedido, ela precisa decidir qual seria a postura mais ética e coerente com as atribuições da Terapia Ocupacional em contexto escolar, segundo a Cartilha do CREFITO-3 (2025) e as normas do COFFITO.
  1. AEmitir o laudo descritivo com base nas observações em sala, indicando possível hipótese de TDAH, para atender à solicitação da escola.
  2. BRealizar uma triagem observacional mais detalhada, registrar suspeita diagnóstica e assinar como parecer técnico-terapêutico.
  3. CExplicar à coordenação que o papel da Terapia Ocupacional Escolar é avaliar o desempenho ocupacional e as barreiras contextuais, e não emitir diagnósticos clínicos; propor relatório funcional sem hipótese diagnóstica.
  4. DAceitar o pedido e realizar uma avaliação clínica completa, mesmo sem consentimento familiar, justificando o interesse institucional e a urgência da solicitação.
  5. ENegar qualquer forma de relatório, pois o terapeuta ocupacional não deve se envolver em documentação no contexto escolar.
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GabaritoC — Explicar à coordenação que o papel da Terapia Ocupacional Escolar é avaliar o desempenho ocupacional e as barreiras contextuais, e não emitir diagnósticos clínicos; propor relatório funcional sem hipótese diagnóstica.

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