Genética Forense – Envio de Amostras de Vestígios
Gabarito: alternativa E. Para a Coordenação de Genética Forense, as amostras vestígios de local de crime devem ser enviadas secas (swabs e peças secas), pois a umidade favorece a degradação do DNA e a proliferação de microrganismos. O Procedimento Operacional Padrão (POP) do Ministério da Justiça orienta que, após a coleta, os swabs devem secar naturalmente à temperatura ambiente antes de serem acondicionados.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Swabs úmidos aceleram a degradação do material genético e podem contaminar a amostra. O correto é enviá-los após secagem completa.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Swabs em soro fisiológico mantêm a umidade, o que compromete a integridade do DNA. Além disso, o soro pode conter nucleases que degradam o DNA.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Enviar sempre as peças inteiras é inviável e desnecessário; normalmente, coleta-se o vestígio com swab ou recorta-se uma pequena porção. O POP recomenda a coleta com swab e posterior secagem.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Swabs em soro fisiológico e congelados combinam dois fatores prejudiciais: a umidade e o congelamento que pode danificar as células por cristalização. O protocolo padrão é secar e enviar em temperatura ambiente.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Swabs e peças secas garantem a preservação do DNA por mais tempo, evitando degradação. O POP determina: "Sempre que possível, os swabs devem ser deixados à temperatura ambiente (menor ou igual a 25°C), protegidos da luz solar e de fontes de contaminação biológica e em condições de umidade adequada até que sequem naturalmente." Após a secagem, são acondicionados em envelopes de papel ou porta-swabs.
Gabarito: letra E.