Questão de Medicina Legal — Genética forense — IBADE 2025
Medicina Legal›Genética forense
Código
qg509812
Banca
IBADE
Órgão
PC-BA
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Avaliação Final do Curso de Formação - Perito Médico Legista de Polícia Civil
Quais os tipos de perícias de DNA realizadas na Coordenação de Genética Forense do LCPT/DPT/BA?Marque a alternativa correta.
AIdentificação humana, crimes sexuais e paternidade cível.
BIdentificação humana, crimes sexuais e confronto de vestígios.
CCrimes sexuais, confronto de vestígios e paternidade cível.
DConfronto de vestígios, paternidade cível e determinação de sexo biológico.
ECrimes sexuais e determinação de sexo biológico.
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GabaritoB — Identificação humana, crimes sexuais e confronto de vestígios.
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Genética Forense: Tipos de Perícias de DNA
Gabarito: letra B — Os três tipos de perícias de DNA realizadas pela Coordenação de Genética Forense são: identificação humana, crimes sexuais e confronto de vestígios. Essas são as áreas clássicas da genética forense criminal, envolvendo análise de DNA para identificação de pessoas (vítimas ou suspeitos), investigação de crimes sexuais (exames de sêmen, etc.) e comparação de vestígios (amostras questionadas versus amostras de referência).
O conteúdo de apoio do material de Genética Forense define conceitos como amostra questionada, amostra de referência e cadeia de custódia, mas não lista expressamente as categorias de exames. No entanto, pela prática e pela estrutura de laboratórios de genética forense, sabe-se que as principais demandas são essas três.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Inclui paternidade cível, que não é uma perícia típica de laboratórios de genética forense criminal. A paternidade cível é geralmente realizada por laboratórios privados ou por determinação judicial, e não integra o rol de exames rotineiros de uma coordenação de genética forense voltada para a área criminal.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Apresenta exatamente as três grandes áreas da genética forense criminal: identificação humana (ex.: reconhecimento de cadáveres, ossadas), crimes sexuais (ex.: análise de esfregaços vaginais, roupas íntimas) e confronto de vestígios (ex.: comparar DNA de uma mancha de sangue na cena do crime com o DNA do suspeito). Corresponde ao escopo de atuação da Coordenação.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Substitui identificação humana por paternidade cível. A identificação humana é uma função essencial e não pode ser omitida, pois abrange desde a identificação de vítimas de desastres até a individualização de suspeitos. A paternidade cível não faz parte do rol típico.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Inclui determinação de sexo biológico, que é um dado que pode ser obtido dentro do exame de identificação humana, mas não constitui uma perícia autônoma. Além disso, novamente a paternidade cível aparece indevidamente.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Omite a identificação humana e o confronto de vestígios, deixando apenas crimes sexuais e determinação de sexo biológico. A determinação de sexo é um subproduto de outros exames, e não uma perícia independente.
PEGA ESSA DICA!
Em provas de medicina legal, lembre-se que a genética forense criminal engloba: (1) identificação humana (restos mortais, suspeitos), (2) crimes sexuais (violência sexual), e (3) confronto de vestígios (comparação de perfis). Paternidade cível e sexo biológico não são categorias principais nesse contexto.