ECriptorquidia, doença de Wilson, Síndrome de Zollinger-Ellison.
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GabaritoA — Prolapso uretral, Líquen escleroso e atrófico, Hemangioma vulvar, Doença de Crohn, Falha de fusão da linha média (fenda perineal).
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Condições clínicas confundíveis com abuso sexual (Sexologia Forense)
Gabarito: letra A. A alternativa A lista condições que, na prática da medicina legal, são frequentemente diagnosticadas erroneamente como lesões decorrentes de abuso sexual infantil, pois produzem alterações na região genital que podem simular traumas. As demais alternativas trazem patologias sem relação com achados genitais ou que não costumam gerar confusão diagnóstica.
O exame pericial de supostas vítimas de abuso sexual exige conhecimento de diagnósticos diferenciais. Condições como prolapso uretral (protrusão da mucosa uretral), líquen escleroso e atrófico (doença cutânea que causa hipopigmentação e fragilidade), hemangioma vulvar (lesão vascular), doença de Crohn (pode apresentar úlceras perineais) e falha de fusão da linha média (fenda perineal congênita) são exemplos clássicos de achados que podem ser confundidos com sinais de abuso. Portanto, o perito deve estar atento a essas possibilidades.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Contém exclusivamente condições reconhecidas como diagnósticos diferenciais de abuso sexual na literatura médico-legal.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Enxaqueca, depressão e transtorno bipolar são condições psiquiátricas/neurológicas que não produzem alterações físicas na genitália, não havendo confusão com abuso sexual.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Hidronefrose (dilatação renal), Tumor de Wilms (câncer renal infantil) e genitália ambígua (anomalia congênita) não são confundidos com abuso; genitália ambígua é uma condição congênita, não decorrente de trauma.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Dermatite atópica (eczema), doença celíaca (intolerância ao glúten) e doença reumática (artrite) não produzem lesões genitais típicas que mimetizem abuso.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Criptorquidia (testículo não descido), doença de Wilson (acúmulo de cobre) e Síndrome de Zollinger-Ellison (tumor pancreático) são condições sistêmicas sem apresentação genital que possa ser confundida com abuso.
PEGA ESSA DICA!
Na Sexologia Forense, memorize a lista de diagnósticos diferenciais mais cobrados: prolapso uretral, líquen escleroso, hemangioma, doença de Crohn e fenda perineal congênita. A banca adora cobrar justamente esses.
Conclusão: Apenas a alternativa A relaciona condições clinicamente reconhecidas como diagnósticos diferenciais de abuso sexual na perícia forense.