Questão de Geologia — Geologia Geral — IDCAP 2025
GeologiaGeologia Geral
- Código
- qg519966
- Banca
- IDCAP
- Órgão
- PPSA
- Ano
- 2025
- Nível
- Médio
- Cargo
- Especialista em Petróleo e Gás - Geofísica de Exploração
No contexto dos reservatórios carbonáticos do Pré-sal da Bacia de Santos temos, muitas vezes, uma espessa camada de sal, predominantemente composta por halita, acima do reservatório. Entre esta camada de halita e os carbonatos, é comum uma camada de anidrita, que pode ter algumas dezenas de metros, ou apenas poucos metros de espessura. Sobre o impacto esperado dessa espessura no sinal sísmico a ser interpretado referente à entrada do reservatório (interface anidrita-carbonato), podemos afirmar corretamente que:Obs.: Considere a convenção de que, indo de camadas mais rasas para mais profundas, um aumento (diminuição) de impedância representa, numa incidência vertical, uma refletividade positiva (negativa), representada por um pico preto (branco).
- APor termos, em geral, um contraste de impedância acústica negativa ao sair da anidrita para o carbonato, a interface deve ser mapeada em um pico negativo (branco). Tanto em cenários de camadas finas quanto espessas de anidrita.
- BPara um mesmo reservatório carbonático, supondo suas propriedades homogêneas, deve-se interpretar o seu topo, ao longo de toda extensão do reservatório, com a mesma polaridade.
- CCom uma camada de anidrita pouco espessa, com menos de 10m, por exemplo, e com a frequência dominante comum dos dados sísmicos disponíveis para o Pré-sal da Bacia de Santos, mapeamos tipicamente um pico preto (positivo), referente ao contraste de impedância entre a halita e as camadas abaixo dela.
- DO método sísmico não consegue resolver a camada de anidrita basal do sal, de forma que devemos mapear um pico de mesmo sinal, independe da espessura encontrada da camada de anidrita.