Questão de Pedagogia — Tecnologias Educacionais — INEP 2025
PedagogiaTecnologias Educacionais
- Código
- qg538311
- Banca
- INEP
- Órgão
- PND
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- GEOGRAFIA - Licenciatura
A imagem e seus aportes ao desenvolvimentodo pensamento e das funções mentaisno ensino de GeografiaO que é relevante na relação entre a percepção, o ensino de Geografia e as imagens? Ora, existe uma articulação direta entre a percepção, os processos cognitivos e a linguagem. É a partir da visão e da percepção que se estrutura o pensamento visual. Assim, ao ler um desenho, uma fotografia ou um mapa, a criança vai desenvolvendo suas funções. Por isso, a imagem entra como mediadora na estruturação do pensamento: a criança lê a imagem, atribui sentido e estrutura o seu pensamento. A percepção dos estudantes sobre as cidades, por exemplo, pode ser questionada, construída e (re)construída a partir das imagens. Uma fotografia, uma pintura e/ou um vídeo da cidade oferecem a possibilidade de questionar os sentidos atribuídos à paisagem urbana observada, ao pensamento que se tem formado, mas que pode ser alterado, constituindo, assim, um outro modo de olhar e compreender a cidade.PIRES, C. Disponível em: www.revistaedugeo.com.br.Acesso em: 25 maio 2025 (adaptado).Considerando os aportes teórico-metodológicos do texto e uma proposta de linguagem audiovisual a ser utilizada como suporte didático em uma aula de Geografia, um professor, ao abordar uma problemática do tema socioambiental, utilizou como recurso metodológico o(a)
- Aletra da canção Planeta água, de Guilherme Arantes, discutindo e refletindo sobre o teor dessa canção com seus estudantes.
- Bprograma Ambiente é o meio, transmitido pela Rádio da Universidade de São Paulo (USP), que analisa questões de sustentabilidade com especialistas.
- Cfilme Narradores de Javé (2003), que versa sobre a história do vilarejo de Javé, sob o risco de desaparecimento, pela construção de uma hidroelétrica.
- Dobra Retirantes, de Cândido Portinari (1944), sobre a migração nordestina, em sua fuga à realidade da seca, dialogando sobre a convivência com o clima semiárido.