Questão de Biologia — Ecologia e ciências ambientais — INSTITUTO AOCP 2025
BiologiaEcologia e ciências ambientais
- Código
- qg540335
- Banca
- INSTITUTO AOCP
- Órgão
- MPE-RS
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Analista do Ministério Público - Biologia
No Rio Grande do Sul, a vegetação de restinga está presente ao longo do litoral, onde áreas específicas têm sido afetadas pela urbanização e por atividades agrícolas. O processo de regeneração natural da vegetação nessas áreas é de grande importância para a preservação dos ecossistemas costeiros, considerando especialmente as especificações da Resolução nº 417/2009 do CONAMA, que define os parâmetros para classificar as áreas de restinga em diferentes estágios sucessionais.Considere o seguinte cenário: uma área de restinga no litoral norte do Rio Grande do Sul foi recentemente impactada por uma atividade de desmatamento e, agora, está em processo de regeneração. A área é monitorada por um órgão ambiental estadual que segue os parâmetros definidos pelo CONAMA para classificar a vegetação da região.Com base nesse contexto e de acordo com a Resolução nº 417/2009 do CONAMA, é correto afirmar que
- Aa área em regeneração no litoral norte do Rio Grande do Sul pode ser considerada como vegetação primária, pois a intervenção humana foi recente e não interfere nos estágios sucessionais da vegetação de restinga.
- Ba área de restinga no processo de regeneração, após o desmatamento, deve ser classificada como vegetação secundária em estágio inicial, uma vez que as intervenções humanas afetaram a estrutura da vegetação original.
- Ca área de restinga regenerada no litoral norte do estado não pode ser classificada em estágios sucessionais, pois a resolução do CONAMA só se aplica a áreas de vegetação primária.
- Da vegetação de restinga no Rio Grande do Sul, sendo uma formação típica de dunas móveis, não é influenciada por atividades humanas e, portanto, não se aplica a resolução do CONAMA para a classificação de seus estágios sucessionais.
- Ea área impactada e em regeneração no Rio Grande do Sul pode ser considerada uma vegetação de restinga não afetada, sendo classificada como primária, uma vez que está em regeneração natural.