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Questão de Não definido — Geral — INSTITUTO AOCP 2025

Não definidoGeral
Código
qg542010
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
Prefeitura de Joinville - SC
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Médico Plantonista Medicina de Emergência (Emergencista)
Paciente masculino de 45 anos dá entrada na UPA com febre, tosse produtiva com expectoração amarelada, dor torácica ao inspirar do lado direto e dispneia progressiva há 4 dias. Relata ser portador de HIV, tendo sido diagnosticado há 8 anos, em uso irregular de Terapia Antirretroviral (TARV). Última contagem de CD4 há 3 meses: 100 células/mm³ e carga viral detectável. Ao exame, encontra-se confuso, desidratado, com capacidade de deglutir presente, sem náuseas, PA = 80/60 mmHg, FR = 32 ipm, SatO₂ = 92%, TA = 39 ºC, ausculta pulmonar diminuída à direita. Hemograma: leucócitos = 18900, U = 45 mg/dl e aguardando outros. Foi solicitada radiografia de tórax que apresentou a seguinte imagem:Imagem associada para resolução da questãoConsiderando o caso relatado, a evolução das doenças pulmonares, os protocolos de saúde e as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia 2018, assinale a alternativa correta.
  1. AO paciente possui indicação de internação em ambiente de enfermaria. Iniciar tratamento empírico com Azitromicina 500 mg 1 x dia por 5 dias, orientando o paciente sobre os sinais que indicam piora.
  2. BPreconizar o uso do Raios X de tórax ao invés da USG de tórax na pneumonia comunitária por apresentar maior sensibilidade e maior acurácia na identificação de alterações parenquimatosas como consolidações, padrão intersticial focal, lesões subpleurais e anormalidades na linha pleural.
  3. CCerca de 1 minuto após a dipirona EV para hipertermia, o paciente iniciou prurido, síncope, náuseas, sibilos e hipotensão. Nesse caso, a melhor conduta é a ressuscitação volêmica cuidadosa, adrenalina IM na face anterolateral da coxa, seguida pela avaliação da necessidade de infusão contínua.
  4. DPaciente, no terceiro dia de internação, evolui com piora da dor torácica, da dispneia, sinal de esforço para respirar, hemoptise, pele fria, confusão mental, turgência de jugular e hipotensão refratária e d-dímero de 8000 ng/ml. Nesse caso, a conduta terapêutica de imediato é a anticoagulação plena.
  5. ENa drenagem torácica, o médico sofre acidente profundo com agulha que tem o sangue do paciente. Nesse caso, deve-se lavar de imediato o local perfurado com água e sabão, abrir CAT, notificar o SINAN, confirmar exame sorológico, além de solicitar sorologia para hepatite B e C do paciente. Iniciar a PEP com Dolutegravir por 28 dias no máximo nas primeiras 2 horas após o acidente.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — Cerca de 1 minuto após a dipirona EV para hipertermia, o paciente iniciou prurido, síncope, náuseas, sibilos e hipotensão. Nesse caso, a melhor conduta é a ressuscitação volêmica cuidadosa, adrenalina IM na face anterolateral da coxa, seguida pela avaliação da necessidade de infusão contínua.

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