Questão de Não definido — Geral — INSTITUTO AOCP 2025
Não definidoGeral
- Código
- qg542014
- Banca
- INSTITUTO AOCP
- Órgão
- Prefeitura de Joinville - SC
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Médico Plantonista Medicina de Emergência (Emergencista)
Após 48 horas de internação na UTI, a paciente de 45 anos referida na questão anterior evoluiu com choque séptico refratário e insuficiência respiratória aguda. Foi realizada a Gaso Arterial = pH = 7,1; Bic = 16 mEq/; pCO₂ = 44 mmHg; PaO₂ = 40 mmHg. A paciente evoluiu com parada cardiorrespiratória (PCR) com o seguinte ECG:
Após 30 minutos de ressuscitação, houve retorno da circulação espontânea (RCE), no entanto o tempo de hipóxia cerebral resultante da PCR foi prolongado. Após a PCR, o exame neurológico evidenciou EC Glasgow = 3. Sobre o caso e seguindo ACLS mais recente, é correto afirmar que
Após 30 minutos de ressuscitação, houve retorno da circulação espontânea (RCE), no entanto o tempo de hipóxia cerebral resultante da PCR foi prolongado. Após a PCR, o exame neurológico evidenciou EC Glasgow = 3. Sobre o caso e seguindo ACLS mais recente, é correto afirmar que- Aa paciente apresenta um distúrbio acido-básico do tipo alcalose metabólica, sendo considerada uma das causas clássicas da PCR por assistolia.
- Bdevido ao quadro apresentado, a paciente deve receber VNI de imediato para assegurar a oxigenação adequada.
- Co exame clínico deve ser realizado em dois momentos distintos, intervalo de 2h no mínimo, por médicos diferentes, devidamente capacitados, desde que não participem das equipes de captação ou de transplantes.
- Ddentre os pré-requisitos básicos para a abertura do protocolo de morte encefálica, está observação clínica de no mínimo 6h se houver lesão neurológica direta ou 24h para lesão hipóxico-isquêmica, devendo ser mantida sem drogas depressoras do sistema nervoso central por um período predeterminado.
- Ena PCR, deve-se iniciar imediatamente compressões torácicas, frequência de 80-100/min, profundidade de 5-6 cm, mantendo ciclos de 30 compressões/2 ventilações até a intubação. Evitar interrupções nas compressões para maximizar a perfusão cerebral e coronariana até que seja possível fazer a desfibrilação.