Questão de Gestão de Pessoas — Gestão de Conflitos — Instituto Darwin 2025
Gestão de PessoasGestão de Conflitos
- Código
- qg560295
- Banca
- Instituto Darwin
- Órgão
- CREA-PB
- Ano
- 2025
- Nível
- Médio
- Cargo
- Técnico Operacional
Um time multidisciplinar de desenvolvimento de projetos enfrenta um impasse crítico: João, um membro experiente, adota uma postura defensiva sempre que seu trabalho é questionado, reagindo com argumentos categóricos e fechados. Por outro lado, Maria, um novo membro demonstra alta flexibilidade e equilíbrio emocional, mas tem dificuldade em expressar oposição, optando por silêncio consentido em vez de desafiar as ideias do grupo. O líder da equipe deve intervir para otimizar a dinâmica e a resolução de problemas em grupo de forma mais assertiva. Analisando a situação à luz do trabalho em equipe e das relações interpessoais, qual das sequências de intervenção abaixo representa a abordagem mais complexa, completa e eficaz para corrigir as disfunções e promover a comunicação assertiva no grupo?
- AFocar no desenvolvimento individual de João, aplicando feedback direto sobre sua personalidade fechada. Em seguida, incentivar Maria a adotar um comportamento defensivo para que ela possa proteger suas ideias e aumentar sua visibilidade. Por fim, priorizar a polarização das discussões para forçar o consenso.
- BSubstituir imediatamente João por um profissional mais flexível, dado que sua postura defensiva é um fator negativo irrecuperável. Orientar Maria a continuar seu silêncio consentido, pois seu alto equilíbrio emocional minimiza os conflitos no curto prazo.
- CImplementar programas de desenvolvimento sobre Empatia e Compreensão Mútua, para a equipe. Estimular João a migrar de uma postura defensiva para um comportamento receptivo. Treinar Maria em técnicas de comunicação assertiva para que ela expresse oposição construtiva, e formalizar um processo de resolução de conflitos baseado em dados.
- DImplementar um sistema de recompensa individual baseado na quantidade de soluções propostas por cada membro. Focar a intervenção apenas no conflito interpessoal entre João e Maria, ignorando o processo de tomada de decisão em grupo, pois a origem é puramente pessoal.
- EDividir a equipe em subgrupos homogêneos, separando membros com perfis mais assertivos dos mais passivos para evitar conflitos diretos. Estabelecer regras rígidas de comunicação que evitem críticas abertas, e centralizar as decisões no líder até que o ambiente se torne mais cooperativo.