Questão de Fisioterapia — Fisioterapia em Ginecologia e Obstetrícia — Instituto Ágata 2025
FisioterapiaFisioterapia em Ginecologia e Obstetrícia
- Código
- qg570858
- Banca
- Instituto Ágata
- Órgão
- Prefeitura de Juruti - PA
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Fisioterapeuta
As disfunções sexuais femininas, como dispareunia, anorgasmia e desejo hipoativo, são frequentes após a menopausa e impactam a qualidade de vida da mulher idosa. Considerando a abordagem fisioterapêutica nessas alterações, assinale a alternativa correta.
- AA abordagem deve incluir avaliação funcional detalhada do assoalho pélvico com quantificação da força muscular, identificação de hipertonia ou hipoatividade, aplicação progressiva de treinamento muscular perineal supervisionado, biofeedback eletromiográfico ou manométrico e uso complementar de técnicas manuais em casos de dor associada a hipertonias.
- BA estratégia fisioterapêutica deve priorizar eletroestimulação intravaginal de média frequência com corrente bifásica simétrica, associada à cinesioterapia passiva e termoterapia pélvica, visando à analgesia e ao aumento da vascularização local antes da introdução de técnicas de biofeedback e contrações ativas voluntárias.
- CO plano terapêutico deve contemplar exercícios de coordenação e sinergismo dos músculos da região pélvica e abdome, com integração respiratória e contrações submáximas de baixa carga e uso intermitente de cones vaginais, respeitando o controle pressórico intra-abdominal e a ativação concêntrica dos músculos do assoalho pélvico.
- DEm quadros de disfunção sexual pós-menopausa com predomínio de dor pélvica, recomenda-se mobilização miofascial interna e externa para modulação do tônus, associada à eletroestimulação sensorial de baixa frequência e técnicas de relaxamento diafragmático, com posterior progressão para fortalecimento ativo e treino proprioceptivo intrapélvico.
- EEm casos de hipoatividade muscular sem dor associada, a intervenção deve concentrar-se em eletroestimulação de alta frequência para promover contração rápida e sustentada, sem necessidade de treino ativo ou controle respiratório, pois o estímulo elétrico isolado é suficiente para restabelecer a função sexual e tônus do assoalho pélvico.