Questão de Noções de Informática — Edge — Quadrix 2025
- Código
- qg596391
- Banca
- Quadrix
- Órgão
- CRC-AM
- Ano
- 2025
- Nível
- Médio
- Cargo
- Assistente Administrativo
- CCerto
- EErrado
GabaritoE — Errado
Gabarito: ERRADO. A afirmativa está incorreta porque o modo de navegação anônima do Microsoft Edge não apaga completamente todos os registros de navegação — ele apenas deixa de salvá-los localmente no dispositivo durante a sessão. Além disso, a afirmação sobre o Google Chrome está equivocada: a navegação anônima do Chrome também não salva o histórico localmente, e os dados que podem ser recuperados pelo provedor de Internet ou administrador da rede não são exclusividade do Chrome — isso vale para qualquer navegador, inclusive o Edge, pois a navegação anônima não oculta a atividade do provedor, da rede corporativa ou dos sites visitados.
A navegação anônima (também chamada de privativa, InPrivate no Edge, ou anônima no Chrome) é um recurso que impede o armazenamento local de dados da sessão: histórico de navegação, cookies, arquivos temporários, dados de formulários e lista de downloads. Ao fechar a janela anônima, esses dados são descartados do computador. Porém, isso não torna o usuário invisível na Internet: o provedor de acesso, o administrador da rede e o próprio site visitado continuam enxergando a atividade, pois a comunicação entre o navegador e o servidor não é criptografada nem ocultada por esse recurso. Em outras palavras, a navegação anônima protege a privacidade local (quem usa o mesmo computador), mas não a privacidade em trânsito (quem monitora a rede).
A banca explora exatamente essa confusão: o candidato acredita que "anônimo" significa "invisível", mas o recurso apenas limpa os rastros locais. Tanto o Edge quanto o Chrome, ao usar o modo anônimo/InPrivate, não salvam o histórico no dispositivo, mas os dados da sessão podem ser recuperados por terceiros na rede (provedor, administrador) — e isso vale para ambos os navegadores, não apenas para o Chrome. A afirmativa erra ao dizer que o Edge "apaga completamente" (na verdade, ele apenas não salva) e ao sugerir que o Chrome mantém dados recuperáveis enquanto o Edge não — comportamento idêntico nos dois.
Para fixar: a navegação anônima é uma proteção local, não uma ferramenta de anonimato na rede. Ela não impede que o provedor de Internet, o administrador da rede ou o site visitado registrem sua atividade. Se a intenção é ocultar a navegação desses agentes, seria necessário usar uma VPN ou a rede Tor, que criptografam e roteiam o tráfego — recursos distintos da navegação anônima.
A banca troca o alcance da navegação anônima: ela protege apenas o computador local (não salva histórico, cookies etc.), mas o candidato acha que também oculta a navegação do provedor e do administrador da rede. Lembre-se: anônimo ≠ invisível. O recurso não esconde sua atividade de quem monitora a rede — isso vale para Edge, Chrome e Firefox.
A afirmativa está errada por dois motivos: (1) o Microsoft Edge, no modo InPrivate, não apaga completamente todos os registros de navegação — ele simplesmente não os salva durante a sessão; ao fechar a janela, os dados locais são descartados, mas isso não é um "apagamento completo" de registros que já existiam, e muito menos impede que o provedor ou administrador da rede veja a atividade. (2) O Google Chrome, na navegação anônima, também não salva o histórico localmente, e os dados que podem ser recuperados pelo provedor ou administrador não são uma característica exclusiva do Chrome — o mesmo ocorre com o Edge. A banca cria uma falsa distinção entre os dois navegadores, quando na prática o comportamento é o mesmo: proteção local, sem anonimato na rede.
Gabarito: letra E (ERRADO).
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