Questão de Sistemas Operacionais — Cloud Computing — Quadrix 2025
Sistemas Operacionais›Cloud Computing
Código
qg597675
Banca
Quadrix
Órgão
CREMESE
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Analista de Sistemas
A computação em nuvem (cloud computing) está crescendo e se tornando a principal infraestrutura de processamento das empresas. Considerando essa informação, julgue o item a seguir.
A arquitetura de aplicações em nuvem deve considerar a escalabilidade automática, o balanceamento de carga e a tolerância às falhas.
CCerto
EErrado
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GabaritoC — Certo
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Computação em nuvem: arquitetura e requisitos essenciais
Gabarito: C (Certo). A afirmativa está correta: uma arquitetura de aplicações em nuvem deve, de fato, considerar a escalabilidade automática, o balanceamento de carga e a tolerância a falhas — esses são requisitos fundamentais para garantir disponibilidade, desempenho e resiliência em ambientes de nuvem. A base conceitual está nas características essenciais da computação em nuvem definidas pelo NIST (Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia), como elasticidade rápida e serviço medido, além das boas práticas de arquitetura distribuída.
A computação em nuvem é um modelo que permite acesso sob demanda a recursos computacionais (como armazenamento, processamento e redes) pela internet, sem que o usuário precise gerenciar ativamente a infraestrutura subjacente. O NIST define cinco características essenciais: serviço sob demanda, acesso amplo pela rede, pooling de recursos, elasticidade rápida e serviço medido. A elasticidade rápida está diretamente ligada à escalabilidade automática: os recursos podem ser provisionados e liberados automaticamente, escalando para fora ou para dentro conforme a demanda. O balanceamento de carga distribui o tráfego entre múltiplas instâncias, evitando sobrecarga em um único servidor e otimizando o uso dos recursos. A tolerância a falhas garante que a aplicação continue operando mesmo quando um componente falha, por meio de redundância e failover.
Na prática, uma aplicação em nuvem bem projetada usa serviços como auto-scaling (escalonamento automático), load balancer (balanceador de carga) e health checks (verificações de saúde) para detectar e substituir instâncias com falha. Por exemplo, em um ambiente AWS, o Auto Scaling Group monitora a utilização de CPU e adiciona ou remove instâncias EC2 automaticamente; o Elastic Load Balancer distribui as requisições entre essas instâncias; e o uso de múltiplas zonas de disponibilidade garante tolerância a falhas de um data center inteiro. Esses elementos são essenciais para atender aos requisitos de disponibilidade e desempenho exigidos por aplicações modernas.
A distinção importante é entre escalabilidade e elasticidade: escalabilidade é a capacidade de aumentar ou diminuir recursos de forma planejada, enquanto elasticidade é a capacidade de fazer isso automaticamente, em resposta a variações de demanda. A afirmativa menciona "escalabilidade automática", que corresponde à elasticidade rápida do NIST. O balanceamento de carga e a tolerância a falhas são requisitos de arquitetura distribuída, não exclusivos da nuvem, mas essenciais nesse contexto.
A banca explora o conhecimento dos requisitos fundamentais de arquitetura em nuvem. O candidato pode confundir esses conceitos com características de sistemas operacionais tradicionais ou com modelos de serviço (IaaS, PaaS, SaaS), mas a afirmativa é genérica e correta. Não há pegadinha específica; é uma questão de conhecimento conceitual.
Arquitetura em nuvem: Escalabilidade automática (Ajusta recursos dinamicamente, Elasticidade rápida (NIST)); Balanceamento de carga (Distribui tráfego entre instâncias, Evita sobrecarga); Tolerância a falhas (Redundância, Failover)
Item — ✅ CERTO
A afirmativa está correta. A arquitetura de aplicações em nuvem deve considerar:
Escalabilidade automática: capacidade de ajustar recursos dinamicamente, conforme a demanda, sem intervenção manual (elasticidade rápida).
Balanceamento de carga: distribuição do tráfego entre múltiplas instâncias para evitar sobrecarga e garantir desempenho.
Tolerância a falhas: capacidade de continuar operando mesmo com falhas em componentes, por meio de redundância e failover.
Esses são requisitos essenciais para garantir disponibilidade, desempenho e resiliência em ambientes de nuvem, conforme as boas práticas de arquitetura distribuída e as características definidas pelo NIST.