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Acerca do transtorno do espectro autista (TEA), é correto afirmar que
Aa prevalência do TEA é em torno de 10% da população mundial, com maior prevalência no sexo feminino.
Bos sinais de alerta no primeiro ano de vida incluem anormalidades no controle motor, atraso no desenvolvimento motor, sensibilidade diminuída a recompensas sociais, baixo contato visual e pouca resposta ao chamado pelo nome.
CO M‑CHAT‑R/F (Modified Checklist for Autism in Toddlers) é um questionário de triagem que deve ser respondido pelos pais ou pelos cuidadores de crianças entre 6 e 12 meses de vida, em uma consulta de puericultura.
DRaramente indivíduos com TEA apresentam disfunções no processamento sensorial.
EPara o diagnóstico, é imprescindível a realização de ressonância magnética de crânio e eletroencefalograma.
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GabaritoB — os sinais de alerta no primeiro ano de vida incluem anormalidades no controle motor, atraso no desenvolvimento motor, sensibilidade diminuída a recompensas sociais, baixo contato visual e pouca resposta ao chamado pelo nome.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Transtorno do Espectro Autista (TEA) – Sinais de Alerta e Diagnóstico
Gabarito: letra B. A alternativa B está correta porque descreve com precisão os sinais de alerta para TEA no primeiro ano de vida, incluindo anormalidades no controle motor, atraso no desenvolvimento motor, sensibilidade diminuída a recompensas sociais, baixo contato visual e pouca resposta ao chamado pelo nome. Esses sinais são amplamente reconhecidos na literatura médica e em diretrizes de triagem precoce, como as da Academia Americana de Pediatria.
O transtorno do espectro autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por déficits persistentes na comunicação e interação social, além de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Os sinais precoces podem ser identificados já nos primeiros meses de vida, e o diagnóstico confiável é possível por volta dos 2 anos de idade. A identificação precoce é crucial para o início de intervenções comportamentais intensivas, que melhoram significativamente o prognóstico.
A prevalência do TEA é estimada em cerca de 1,5% da população mundial, com uma relação de 4:1 entre meninos e meninas. Essa diferença de gênero é atribuída a fatores genéticos e hormonais, mas também à maior capacidade de meninas de camuflar sintomas, o que leva a um subdiagnóstico. Os sinais de alerta no primeiro ano de vida incluem: baixo contato visual, pouca resposta ao chamado pelo nome, atraso no desenvolvimento motor, anormalidades no controle motor, sensibilidade diminuída a recompensas sociais, movimentos estereotipados, comportamentos autolesivos e reações emocionais extremas.
O diagnóstico do TEA é essencialmente clínico, baseado em critérios do DSM-5 e em avaliação multidisciplinar. Não há necessidade de exames de imagem ou eletroencefalograma para o diagnóstico, embora possam ser solicitados para investigar comorbidades ou causas orgânicas quando indicado. Instrumentos como o M-CHAT-R/F são utilizados para triagem, mas devem ser aplicados na faixa etária correta e não substituem a avaliação diagnóstica completa.
A alternativa B é a única que apresenta corretamente os sinais de alerta, enquanto as demais contêm erros conceituais ou de dados. Vamos analisar cada uma.
TEA: Sinais de alerta (1º ano) (Baixo contato visual, Pouca resposta ao chamado, Atraso motor, Sensibilidade diminuída a recompensas sociais); Prevalência (~1,5% da população, 4:1 (meninos:meninas)); Diagnóstico (Clínico (DSM-5), Sem necessidade de imagem/EEG); Triagem (M-CHAT-R/F: 16 a 30 meses)
Alternativa A — ❌ Incorreta
A prevalência do TEA é de aproximadamente 1,5% da população mundial, e não 10%. Além disso, a prevalência é maior no sexo masculino, com uma relação de 4:1 entre meninos e meninas. A alternativa inverte ambos os dados: superestima a prevalência e afirma maior prevalência no sexo feminino, o que contraria a literatura.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa descreve corretamente os sinais de alerta no primeiro ano de vida, incluindo anormalidades no controle motor, atraso no desenvolvimento motor, sensibilidade diminuída a recompensas sociais, baixo contato visual e pouca resposta ao chamado pelo nome. Esses sinais são reconhecidos como indicadores precoces de TEA e são fundamentais para a triagem e o encaminhamento precoce.
Alternativa C — ❌ Incorreta
O M-CHAT-R/F (Modified Checklist for Autism in Toddlers) é um questionário de triagem para TEA, mas deve ser aplicado em crianças entre 16 e 30 meses de idade, e não entre 6 e 12 meses. A faixa etária indicada na alternativa está incorreta, pois o instrumento foi desenvolvido para rastrear TEA em crianças a partir de 16 meses.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Indivíduos com TEA frequentemente apresentam disfunções no processamento sensorial, como hipersensibilidade a sons, hipossensibilidade térmica e dolorosa, e comportamentos de busca ou evitação sensorial. Essas disfunções são comuns e fazem parte do quadro clínico, não sendo raras como afirma a alternativa.
Alternativa E — ❌ Incorreta
O diagnóstico de TEA é clínico e não requer exames de imagem ou eletroencefalograma. A ressonância magnética de crânio e o eletroencefalograma podem ser solicitados em casos específicos para investigar comorbidades, mas não são imprescindíveis para o diagnóstico. A alternativa está incorreta ao afirmar que são imprescindíveis.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a confusão entre a faixa etária do M-CHAT-R/F (16 a 30 meses) e a de outros instrumentos, além de inverter a prevalência e a proporção por sexo. Fique atento a esses números e à faixa etária correta dos instrumentos de triagem.
PEGA ESSA DICA!
Para questões sobre TEA, memorize os principais sinais de alerta precoce e a faixa etária dos instrumentos de triagem. Lembre-se: prevalência ~1,5%, relação 4:1 (meninos:meninas), e o diagnóstico é clínico, sem necessidade de exames de imagem.