Pular para o conteúdo principal

Questão de Filosofia — A Política — UECE-CEV 2025

FilosofiaA Política
Código
qg616177
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2025
Nível
Médio
Cargo
CEV - - Filosofia e Sociologia - 2ª Fase - 2º Dia (1º Semestre de 2026)
Sobre a Guerra Civil que levou à decapitação do Rei Charles (o primeiro do seu nome) e o início da República da Inglaterra, Thomas Hobbes (1588-1679) afirma: “se aqueles soldados e todos os súditos tivessem agido sob o comando de Sua Majestade, a paz e a felicidade deixadas pelo Rei James teriam permanecido. Mas o povo estava corrompido, e os desobedientes eram considerados os melhores patriotas. Mas como o povo se corrompeu tanto? E que tipo de pessoas eram aquelas que os seduziram assim? Os sedutores eram de diversos tipos. Uns eram ministros de Cristo, como se autodenominavam; e, às vezes, em seus sermões ao povo, embaixadores de Deus; fingindo ter o direito, concedido por Deus, de governar cada um a sua paróquia, a sua assembleia e a nação inteira”.HOBBES, Thomas. Behemoth. In: Thomas Hobbes. The english work of Thomas Hobbes. Vol. VI. London: John Bohn, 1840., p. 166s. (Adaptado).Sobre a relação da vontade pública e a retórica do patriotismo e do uso de Deus no discurso político, é correto afirmar que
  1. Aos autoproclamados embaixadores de Deus afirmam seus interesses, de modo a proteger a comunidade cristã dos ditames autoritários do rei, garantindo a liberdade e a paz.
  2. Bos patriotas são moralmente superiores aos não patriotas, o que os confere um ímpeto salutar de mudança social e transformação, aperfeiçoando os processos republicanos.
  3. Cos militares, como cidadãos armados, têm capacidade de contribuir para a República, uma vez que sua disciplina e seu autocontrole estabelecem balizas moderadoras para o poder civil.
  4. Do campo do discurso dos interesses particulares — partidário, religioso etc.— não acompanha, com necessidade, a vontade pública, que corresponde à integridade do Estado e à paz social.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — o campo do discurso dos interesses particulares — partidário, religioso etc.— não acompanha, com necessidade, a vontade pública, que corresponde à integridade do Estado e à paz social.

Link permanente: /questoes/qg616177