Questão de Português — Interpretação de Textos — UECE-CEV 2025
PortuguêsInterpretação de Textos
- Código
- qg616358
- Banca
- UECE-CEV
- Órgão
- UECE
- Ano
- 2025
- Nível
- Médio
- Cargo
- CEV - - Geografia e História - 2ª Fase - 2º Dia (2º Semestre de )
Segundo a plataforma de checagem “Aos Fatos”, Jair Bolsonaro fez 1.383 declarações falsas e 1.221 declarações distorcidas sobre o coronavírus em seus quatro anos na Presidência. Um estudo que analisou 111 títulos de notícias de 2020, publicado na revista científica Journalism Practice, informa que “Em 60,36% dos casos, as falsidades ditas por Bolsonaro foram simplesmente reproduzidas nos títulos. Em 26,13% dos casos houve alguma contextualização, e apenas 13,51% das notícias tinha em seu título uma correção da fala do então presidente.”. Os autores do estudo dizem que “Escrever títulos apropriados é uma discussão ética fundamental em tempos de plataformização do jornalismo”, pois uma parcela do público acessa essas notícias em plataformas como redes sociais e aplicativos de mensagem, e uma parte nem abrirá os hiperlinks para ler a notícia completa. Isso é preocupante pois apenas fragmentos serão reunidos para formar a compreensão de um fato.Dados encontrados em: https://latamjournalismreview.org/pt-br/articles/grandesmeios-brasileiros-tenderam-a-reproduzir-falsidades-ditas-por-bolsonaro-sobre-acovid-19-nos-titulos-das-noticias-concluiestudo/?fbclid=IwAR09XOwGg5PsV8gQSpR1Re0hYXNfqVtK3GIffpgP72OYZ0UQ15zMWs5vdECom base no exposto, pode-se afirmar corretamente que
- Aa tendência atual do público de acessar a informação em plataformas como as redes sociais não influencia a produção de textos jornalísticos.
- Bos novos modos de obter informação através de redes sociais e de aplicativos de mensagens não apresentam plena segurança para uma informação precisa.
- Credes sociais e aplicativos de mensagens são os espaços mais seguros para buscar informação, pois todos possuem rigorosos sistemas de checagem.
- Do uso de notícias falsas e de desinformação foi amplamente combatido pelo governo Bolsonaro, que apoiou as CPIs das fake news e da pandemia.