Questão de Medicina — Cardiologia e Alterações Vasculares — UERJ 2025
MedicinaCardiologia e Alterações Vasculares
- Código
- qg618042
- Banca
- UERJ
- Órgão
- UERJ
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Médico - Geriatria
A cardiomiopatia isquêmica (CMI) é a forma mais comum de cardiomiopatia secundária em idosos, caracterizada por disfunção miocárdica de origem isquêmica. Considerando a fisiopatologia e as manifestações clínicas dessa condição, é correto afirmar que:
- Apacientes idosos com CMI apresentam menor grau de disfunção diastólica em comparação a adultos jovens, sendo a disfunção sistólica o principal comprometimento observado nessa população
- Bo desenvolvimento da CMI está primariamente relacionado a infecções virais que desencadeiam um processo inflamatório miocárdico, promovendo substituição do miocárdio por tecido adiposo
- Ca CMI resulta de um processo isquêmico degenerativo crônico, levando à substituição das miofibrilas por tecido fibroso, com disfunção ventricular, frequentemente sem sintomas de angina
- Da fibrose observada na CMI não tem correlação com a fração de ejeção ventricular, sendo um achado incidental sem impacto na funcionalidade cardíaca