Questão de Contabilidade de Custos — Análise Custo-Volume-Lucro — UFPR 2025
- Código
- qg620985
- Banca
- UFPR
- Órgão
- UFPR
- Ano
- 2025
- Nível
- Médio
- A52
- B66
- C67
- D117
- E118
GabaritoE — 118
Gabarito: letra E. Para cobrir as despesas fixas de R$ 4.500,00 e ainda sobrar R$ 3.500,00, a empresa precisa de uma margem total de R$ 8.000,00. Como cada peça contribui com R$ 68,00 (margem de contribuição unitária), a quantidade mínima é R$ 8.000,00 ÷ R$ 68,00 ≈ 117,65. Como não é possível produzir frações de peça, arredonda-se para cima: 118 peças.
A fórmula utilizada é:
Onde a Margem de Contribuição Unitária (MCU) é o valor que cada unidade contribui após deduzidos os custos variáveis (no caso, apenas matéria-prima, resultando em R$ 68,00).
52 peças geram 52 × R$ 68,00 = R$ 3.536,00, valor insuficiente até para cobrir os custos fixos de R$ 4.500,00.
66 peças geram 66 × R$ 68,00 = R$ 4.488,00, ainda abaixo dos custos fixos de R$ 4.500,00.
67 peças geram 67 × R$ 68,00 = R$ 4.556,00, que cobre os custos fixos (sobra R$ 56,00) mas não atinge o lucro desejado de R$ 3.500,00.
117 peças geram 117 × R$ 68,00 = R$ 7.956,00. Após cobrir os custos fixos de R$ 4.500,00, sobram R$ 3.456,00, ainda R$ 44,00 abaixo do lucro desejado. A banca coloca esse valor como distrator, pois é o resultado do arredondamento para baixo.
118 peças geram 118 × R$ 68,00 = R$ 8.024,00. Cobrem os custos fixos (R$ 4.500,00) e proporcionam sobra de R$ 3.524,00, ultrapassando o lucro desejado de R$ 3.500,00. É a menor quantidade inteira que atende ao objetivo.
Em questões de ponto de equilíbrio com lucro desejado, o resultado da divisão raramente é inteiro. A quantidade mínima de peças é sempre o próximo número inteiro (arredondamento para cima) que garanta o lucro. Nunca arredonde para baixo, pois a sobra seria insuficiente.
Gabarito: letra E
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