Questão de Engenharia de Transportes e Trânsito — Planejamento Urbano — UNIVALI 2025
Engenharia de Transportes e TrânsitoPlanejamento Urbano
- Código
- qg623895
- Banca
- UNIVALI
- Órgão
- CIM-AMFRI - SC
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Engenheiro(a) de Tráfego
A gestão eficiente do tráfego urbano, crucial para harmonizar crescimento econômico e qualidade de vida, foi desafiada na inauguração de um grande empreendimento comercial em uma região metropolitana em expansão. Com um shopping center de 200 lojas e estacionamento para 3.000 veículos, o projeto foi licenciado com base em um Estudo de Impacto Viário (EIV) de cinco anos atrás, fundamentado em dados de tráfego obsoletos. Após a abertura, bairros vizinhos enfrentam congestionamentos diários, bloqueios em cruzamentos e um aumento de 25% nos acidentes, conforme registros da Polícia Rodoviária Municipal, gerando dificuldades de acesso e insatisfação entre moradores e comerciantes. A Secretaria de Mobilidade Urbana foi acionada para revisar os impactos e propor soluções. Com base nas normas de engenharia de tráfego e nas diretrizes para elaboração de EIVs, assinale a alternativa que avalia criticamente os erros metodológicos do estudo e indica quais estudos técnicos e metodologias devem ser aplicados para revisar e mitigar os impactos corretamente:
- AAplicar restrições de circulação baseadas em rodízio de placas sem estudos complementares, considerando que o aumento de acidentes pode ser solucionado com campanhas educativas para motoristas e pedestres.
- BRevisar o EIV com base em dados de tráfego atualizados, utilizando modelos de simulação dinâmica e análises de capacidade viária, além de propor medidas como ajustes geométricos em cruzamentos e incentivos ao transporte coletivo para mitigar os impactos identificados.
- CAtualizar o EIV com base exclusivamente em dados de acidentes, utilizando índices de gravidade para definir intervenções prioritárias, sem considerar fluxos de tráfego ou níveis de serviço viário.
- DRealizar apenas uma contagem volumétrica de veículos nas vias de acesso ao empreendimento, ajustando os tempos semafóricos para resolver os congestionamentos, sem necessidade de atualizar o estudo de impacto viário original.