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Questão de Auditoria — Auditoria — UNIVALI 2025

AuditoriaAuditoria
Código
qg625014
Banca
UNIVALI
Órgão
Prefeitura de Luiz Alves - SC
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Assistente de Controle Interno - Edital nº 12
O recém-empossado Controlador Interno de um importante município de Santa Catarina, ao assumir a função, depara-se com uma equipe competente, porém com uma visão de trabalho antiquada, focada quase que exclusivamente na verificação formal de processos de pagamento, uma abordagem puramente de conformidade e com pouco valor agregado à gestão. Determinado a modernizar a unidade e a demonstrar seu valor estratégico para a nova administração municipal, ele decide basear seu plano de trabalho não apenas nas normas internacionais, mas também nas diretrizes estaduais específicas contidas no "Guia Referencial de práticas profissionais aplicadas aos auditores e controladores internos do Estado de Santa Catarina". Ele convoca sua equipe e apresenta uma nova filosofia de trabalho, enfatizando que o papel do controlador moderno transcende a mera fiscalização. Qual das seguintes declarações melhor encapsula a abordagem contemporânea e o papel do controle interno, conforme promovido por guias de boas práticas como o de Santa Catarina?
  1. AO Guia Referencial do Estado estabelece que a principal função do controle interno municipal é atuar como uma extensão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC), devendo sua agenda de trabalho ser definida prioritariamente pelas demandas e pelos planos de fiscalização do controle externo, executando verificações e respondendo a diligências como sua atividade central.
  2. BA atuação do controle interno deve ser a de um parceiro estratégico e consultor da alta gestão, fornecendo avaliações independentes e objetivas sobre a adequação e eficácia dos processos de governança, gerenciamento de riscos e controles. O foco deve ser proativo e voltado para o futuro, auxiliando a organização a alcançar seus objetivos estratégicos, otimizar o uso de recursos e fortalecer a prestação de contas à sociedade.
  3. CA diretriz fundamental do guia catarinense para o controle interno é a de se concentrar estritamente na auditoria de conformidade, ou seja, na verificação da legalidade formal dos atos e documentos, sendo expressamente vedada a realização de auditorias operacionais ou de desempenho, que avaliam a eficiência, a economicidade e a eficácia da gestão, por serem consideradas de competência exclusiva do controle externo.
  4. DConforme a orientação do guia estadual, o controle interno deve adotar uma postura eminentemente punitiva, e sua principal medida de desempenho e efetividade é o número de processos administrativos disciplinares e de tomadas de contas especiais que são instaurados a partir de seus relatórios, reforçando seu papel como o principal agente de combate à corrupção na administração municipal.
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GabaritoB — A atuação do controle interno deve ser a de um parceiro estratégico e consultor da alta gestão, fornecendo avaliações independentes e objetivas sobre a adequação e eficácia dos processos de governança, gerenciamento de riscos e controles. O foco deve ser proativo e voltado para o futuro, auxiliando a organização a alcançar seus objetivos estratégicos, otimizar o uso de recursos e fortalecer a prestação de contas à sociedade.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Controle Interno: Abordagem Moderna

Gabarito: letra B. A alternativa B reflete a abordagem contemporânea do controle interno, que o posiciona como parceiro estratégico da alta gestão, fornecendo avaliações independentes sobre governança, riscos e controles, com foco proativo e voltado para o futuro. Essa visão é promovida por guias de boas práticas como o Guia Referencial de Santa Catarina e alinha-se com standards internacionais (COSO, IIA).

A questão descreve um controlador que deseja superar a visão antiquada de mera verificação formal (conformidade) e agregar valor à gestão. A abordagem moderna transcende a fiscalização pura e adota um papel consultivo e preventivo.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Afirma que o controle interno deve atuar como extensão do Tribunal de Contas e ter sua agenda definida pelo controle externo. Essa visão subordina o controle interno e fere sua independência. O controle interno é complementar ao externo, mas autônomo, e seu planejamento deve ser baseado nas necessidades da própria gestão.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Descreve exatamente o papel moderno: parceiro estratégico, avaliações independentes sobre governança, riscos e controles, foco proativo e auxílio na otimização de recursos e prestação de contas. É o que preconizam as normas do COSO, o IIA, e guias como o de Santa Catarina.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Afirma que o controle interno deve se concentrar estritamente na auditoria de conformidade e que auditorias operacionais são vedadas. Isso é antiquado e contrário às práticas modernas, que incluem auditorias de desempenho, eficiência e eficácia. O controle interno pode e deve realizar auditorias operacionais.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Propõe postura punitiva e medição por número de processos disciplinares. Embora o controle interno possa contribuir para o combate à corrupção, seu foco principal é preventivo e consultivo, não punitivo. A abordagem moderna valoriza a melhoria da gestão e a mitigação de riscos, não a contagem de sanções.

Conclusão: A visão contemporânea do controle interno é de assessoramento e avaliação independente para agregar valor à organização, o que está perfeitamente capturado na letra B.

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