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Questão de Ética na Administração Pública — Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal - Decreto nº 1.171 de 1994 — UNO Chapecó 2025

Ética na Administração PúblicaCódigo de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal - Decreto nº 1.171 de 1994
Código
qg627694
Banca
UNO Chapecó
Órgão
Câmara Municipal de Chapecó - SC
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Analista de Comunicação
O Decreto nº 1.171/1994, que aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, estabelece os princípios morais e as regras deontológicas que devem guiar a conduta dos agentes públicos. Este decreto vai além da mera legalidade, exigindo que o servidor diferencie não apenas o legal do ilegal, mas também o honesto do desonesto, o conveniente do inconveniente. A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor. Considerando os deveres e vedações expressos neste decreto, assinale a alternativa correta.
  1. AO decreto permite que o servidor receba presentes e vantagens de terceiros, desde que o valor seja simbólico e não ultrapasse o limite de R$ 100,00 (cem reais), conforme estabelecido em legislações posteriores de compliance.
  2. BÉ vedado ao servidor público usar de artifícios para procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, cabendo-lhe exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, visando evitar o 'deixar para depois'.
  3. CA ausência injustificada do servidor ao seu local de trabalho é considerada uma falta administrativa leve, mas não constitui uma violação ética, desde que o trabalho seja entregue posteriormente.
  4. DO servidor deve ser leal exclusivamente à sua chefia imediata, mesmo que as ordens recebidas sejam contrárias aos princípios éticos ou legais, pois a hierarquia é o princípio fundamental do serviço público.
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GabaritoB — É vedado ao servidor público usar de artifícios para procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, cabendo-lhe exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, visando evitar o 'deixar para depois'.

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