Questão de Noções de Informática — Correio Eletrônico (cliente de e-mail e webmail) — Avança SP 2026
Noções de Informática›Correio Eletrônico (cliente de e-mail e webmail)
Código
qg655484
Banca
Avança SP
Órgão
Prefeitura de Aparecida - SP
Ano
2026
Nível
Superior
O uso do correio eletrônico tornou-se uma prática cotidiana no ambiente profissional, porém grande parte das mensagens enviadas pela internet consiste em conteúdo indesejado. Considerando as definições apresentadas, assinale a alternativa CORRETA.
AAs newsletters são mensagens enviadas aleatoriamente para múltiplos destinatários, sem inscrição prévia, caracterizando conteúdo não solicitado.
BO spam consiste em e-mails não solicitados enviados para um grande número de pessoas, devendo ser movido para a pasta de spam para auxiliar o sistema de filtros antispam.
CAs mensagens classificadas como spam são sempre excluídas automaticamente pelo provedor, não permitindo ao usuário qualquer intervenção.
DUma newsletter deve ser movida para a pasta de spam sempre que recebida, pois é considerada mensagem indesejada por definição.
EArquivos compactados em formatos como .zip ou .rar nunca devem ser utilizados como anexos, pois impedem que o destinatário visualize ou extraia seu conteúdo.
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GabaritoB — O spam consiste em e-mails não solicitados enviados para um grande número de pessoas, devendo ser movido para a pasta de spam para auxiliar o sistema de filtros antispam.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Correio eletrônico: spam, newsletter e anexos
Gabarito: letra B. O spam é, por definição, a mensagem não solicitada enviada em massa, e a prática recomendada é movê-lo para a pasta de spam (ou lixo eletrônico), o que ajuda o filtro antispam a aprender a classificar mensagens semelhantes no futuro. As demais alternativas distorcem conceitos: newsletter não é aleatória (exige inscrição), spam não é sempre excluído automaticamente (o usuário pode intervir) e anexos compactados são perfeitamente utilizáveis.
O correio eletrônico (e-mail) é um serviço que permite enviar e receber mensagens eletrônicas, funcionando tanto pela internet quanto em redes locais. Para utilizá-lo, é preciso ter uma conta em um servidor de e-mail. As mensagens são organizadas em caixas postais, cada uma com uma função específica: a Caixa de Entrada recebe as mensagens, a Caixa de Saída guarda as pendentes de envio, a Lixeira armazena as apagadas (antes da exclusão definitiva) e a Caixa de Spam (ou Lixo Eletrônico) concentra as mensagens indesejadas.
A distinção central desta questão está entre spam e newsletter. O spam é o envio não solicitado e em massa — o remetente não tem autorização do destinatário, e o conteúdo costuma ser publicidade, golpes (phishing) ou propagação de programas maliciosos. A newsletter, por outro lado, é um boletim informativo ao qual o usuário se inscreve voluntariamente; ela é esperada e desejada, ainda que às vezes caia na caixa de spam por erro do filtro. Essa diferença de consentimento é o que separa os dois conceitos.
Na prática, quando você marca uma mensagem como spam (ou a move para a pasta de spam), está ensinando o filtro do provedor a reconhecer aquele remetente ou tipo de conteúdo como indesejado. O sistema não exclui automaticamente tudo — ele aprende com a sua ação e, em muitos casos, você pode revisar a pasta e resgatar mensagens que foram classificadas incorretamente. É um mecanismo colaborativo entre o usuário e o filtro automático.
A pegadinha que a banca explora aqui é a generalização: afirmar que algo "sempre" acontece (como a exclusão automática de spam) ou que algo "nunca" deve ser feito (como usar anexos compactados). No mundo real da informática, quase tudo admite exceções e intervenção do usuário. Guarde a fronteira entre o que é não solicitado (spam) e o que é solicitado (newsletter), e entre o que é automático e o que admite intervenção — é exatamente nesses pares que as alternativas se dividem.
Conceito
Definição
Característica-chave
Spam
E-mail não solicitado, enviado em massa
Ausência de consentimento do destinatário
Newsletter
Boletim informativo enviado a assinantes
Inscrição voluntária do usuário (consentimento)
Filtro antispam
Sistema que classifica mensagens indesejadas
Aprende com a ação do usuário (ex.: mover para spam)
Alternativa A — ❌ Incorreta
A alternativa inverte o conceito de newsletter. Ela não é enviada aleatoriamente nem sem inscrição prévia — pelo contrário, a newsletter é um boletim ao qual o usuário se inscreve voluntariamente, e por isso é considerada conteúdo solicitado. A descrição dada (envio aleatório, sem inscrição, não solicitado) é justamente a definição de spam, não de newsletter. A banca trocou os dois conceitos para confundir.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa define corretamente o spam: e-mails não solicitados enviados para um grande número de pessoas. E a recomendação prática também está certa: ao mover a mensagem para a pasta de spam, o usuário auxilia o sistema de filtros antispam, que aprende com essa ação a classificar mensagens semelhantes no futuro. É exatamente assim que os filtros modernos funcionam — eles combinam análise automática com o feedback do usuário.
Alternativa C — ❌ Incorreta
A alternativa comete uma generalização indevida ao afirmar que o spam é "sempre" excluído automaticamente. Na prática, o provedor pode filtrar e mover mensagens suspeitas para a pasta de spam, mas o usuário pode intervir: revisar a pasta, resgatar mensagens legítimas que foram classificadas por engano e ajustar as configurações do filtro. A palavra "sempre" é o erro — o sistema não é infalível nem absoluto.
Alternativa D — ❌ Incorreta
A alternativa repete o erro da letra A, agora no sentido inverso: afirma que a newsletter deve ser movida para o spam "sempre que recebida", pois seria "indesejada por definição". Isso é falso — a newsletter é solicitada pelo usuário, que se inscreveu para recebê-la. Movê-la para o spam seria um erro, pois ela é conteúdo desejado. A banca tenta fazer o aluno confundir newsletter com spam, mas a diferença está no consentimento.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A alternativa afirma que arquivos .zip ou .rar "nunca" devem ser usados como anexos, pois impediriam a visualização ou extração. Isso é falso por dois motivos: (1) a palavra "nunca" é uma generalização absurda — anexos compactados são amplamente utilizados e perfeitamente válidos; (2) o destinatário pode visualizar e extrair o conteúdo, desde que tenha um programa adequado (como WinRAR, 7-Zip ou o descompactador nativo do sistema operacional). A compactação é, inclusive, uma forma de reduzir o tamanho do arquivo para envio.
NÃO CAIA NESSA!
A banca adora trocar os conceitos de spam e newsletter e usar palavras absolutas como "sempre" e "nunca" para induzir ao erro. Na letra A, ela descreve o spam e chama de newsletter; na letra C, afirma que o spam é sempre excluído; na letra E, diz que anexos compactados nunca devem ser usados. A regra de ouro: desconfie de generalizações absolutas e lembre-se de que a newsletter é solicitada, enquanto o spam é não solicitado. Com treino, você enxerga essas trocas de longe 💪