Questão de Serviço Social — Instrumentalidade do Serviço Social — CPCON 2026
Serviço SocialInstrumentalidade do Serviço Social
- Código
- qg666141
- Banca
- CPCON
- Órgão
- Prefeitura de Malta - PB
- Ano
- 2026
- Nível
- Superior
- Cargo
- Assistente Social
A “instrumentalidade no Serviço Social necessariamente pressupõe a articulação entre formas de racionalidade e modos de agir” (Andrade; Gianna, 2024, p. 8), dessa forma a instrumentalidade é um conceito-chave para compreender a natureza do trabalho profissional no Serviço Social, pois expressa a mediação entre conhecimento, valores e prática.Fonte: ANDRADE, M. A.; GIANNA, S. D. A instrumentalidade no Serviço Social e as racionalidades da prática profissional. , São Paulo, v. Serviço Social & Sociedade147, n. 1, e-6628417, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sssoc/a/yjQj7cNXhmMC3M6YFqqC5KR/?lang=pt. Acesso em: 10 de nov. 2025.Considerando esse contexto, marque a alternativa CORRETA .
- AA instrumentalidade configura-se como mediação fundamental da práxis profissional, articulando de forma indissociável o pensar e o agir. Ela expressa o movimento dialético entre a elaboração teórica e a ação concreta, demonstrando que a racionalidade se realiza plenamente apenas quando transformada em prática social consciente.
- BCom a tendência teórica “Intenção de Ruptura”, o problema da instrumentalidade deixou de ser tratado pelo Serviço Social a partir da totalidade das condições objetivas e subjetivas, que determinam e atravessam o processo histórico da profissão até culminar na formação e na prática profissional.
- CA instrumentalidade é centrada exclusivamente na dimensão técnico-operativa, cujos padrões de racionalidade e as ações instrumentais geram uma unidade.
- DA instrumentalidade como mediação é o nível de instrumentalidade no Serviço Social, traduzida em práticas que visam controlar e adaptar comportamentos, forjar personalidades e formas de sociabilidade exigidas pelos padrões de acumulação capitalista.
- EAdotar uma perspectiva crítica fundamentada na razão ontológica é, por si só, suficiente para eliminar práticas manipuladoras no Serviço Social, pois essa garante inevitavelmente resultados transformadores e assegura uma prática profissional emancipatória.