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Questão de Arquitetura — Conforto Ambiental — FADESP 2026

ArquiteturaConforto Ambiental
Código
qg669295
Banca
FADESP
Órgão
SEFAZ-PA
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Analista Fazendário de Infraestrutura - Arquitetura e Urbanismo
Seguem três gráficos que ilustram o clima do município de Belém, Pará, respectivamente, no ano de 1998 e em dados históricos de anos recentes. Com base nestas informações, as estratégias apropriadas de Conforto Ambiental para edificações nesta região sãoImagem associada para resolução da questãoFigura I. Frequência mensal e direção de incidência de vento (correntes de ar) em Belém-PA. Fonte: Procel (Programa de Combate ao desperdício de energia elétrica; Ministério de Minas e Energia). Dados climáticos para projeto e avaliação energética de edificações para 14 cidades brasileiras. Florianópolis: PROCEL; UFSC, 1998. [organizado por Roberto Lamberts; Solange Goulart; Samanta Firmino.]Disponível em: <https://labeee.ufsc.br/sites/default/files/publicacoes/livros/dados_climaticos_para_projetos_e_avaliacao_energetica_de_edificaco>.Imagem associada para resolução da questãoFigura II. Temperatura média para o município de Belém-PA (1931-2020). Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), seção Clima. Disponível em: <https://clima.inmet.gov.br/GraficosClimatologicos/DF/83377>.Imagem associada para resolução da questãoFigura III. Umidade relativa (%) para o município de Belém-PA (1931-2020). Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), seção Clima. Disponível em: <https://clima.inmet.gov.br/GraficosClimatologicos/DF/83377>.
  1. Amanutenção de aberturas (janelas e balancins) no quadrante Sudeste, pródigo nos meses de junho a agosto (inverno no Sul e Sudeste) em ventos frios; ventilação cruzada com aberturas correspondentes no quadrante Noroeste; vedações em materiais termoisolantes, como concreto celular; coberturas com inclinações até 2%.
  2. Barrefecimento da envoltória via captação de água da chuva e mecanismos de reuso, por Soluções Baseadas na Natureza (SbN) durante estação seca; privilegiar aberturas no nível dos balancins para deslocamento ascendente de ar quente por convecção; limitar a 20% de área do piso as aberturas no nível do tronco (ou peitoril).
  3. Cventilação cruzada com aberturas diametralmente opostas nas fachadas orientadas a Oeste e Sudeste; instalação de aberturas laminadas do tipo venezianas no sentido exterior-interior descendente em esquadrias baixas e ascendente em esquadrias altas; redução de umidade com vedação em gesso acartonado.
  4. Ddissipação de carga térmica e calor radiante por meio de emprego de blocos de concreto ciclópico em alvenaria estrutural; beirais longos nos quadrantes Norte e Sul; face Oeste exposta para arrefecimento e redução de umidade agregada nas vedações; aberturas preferenciais nos quadrantes com beirais.
  5. Eaberturas nas faces Leste, Nordeste e Norte, com saídas de ar em quadrantes opostos correspondentes; anteparos à insolação direta principalmente no quadrante Oeste; materiais refletivos em coberturas e empenas; insolação tolerável no Nascente; suspensão da edificação do solo para contenção de umidade.
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GabaritoE — aberturas nas faces Leste, Nordeste e Norte, com saídas de ar em quadrantes opostos correspondentes; anteparos à insolação direta principalmente no quadrante Oeste; materiais refletivos em coberturas e empenas; insolação tolerável no Nascente; suspensão da edificação do solo para contenção de umidade.

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