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Questão de Terapia Ocupacional — História, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional — FAU 2026

Terapia OcupacionalHistória, Modelos, Métodos e Práticas da Terapia Ocupacional
Código
qg672545
Banca
FAU
Órgão
Prefeitura de Verê - PR
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Terapeuta Ocupacional
A constituição da Terapia Ocupacional no campo social resulta de deslocamentos históricos, epistemológicos e político-profissionais que tensionaram os limites do modelo clínico tradicional e ampliaram o escopo de atuação da profissão. Considerando os fundamentos e a história da Terapia Ocupacional Social, assinale a alternativa que melhor expressa essa trajetória e seus pressupostos teóricos.
  1. AA Terapia Ocupacional Social deriva diretamente da ampliação das técnicas clínicas de reabilitação para contextos comunitários, mantendo como núcleo a normalização do comportamento e a adaptação do indivíduo às normas sociais vigentes.
  2. BA constituição da Terapia Ocupacional no campo social ocorre a partir da crítica aos modelos individualizante e institucionalizante, incorporando referenciais das ciências sociais e da Saúde Coletiva, e assumindo o cotidiano, as ocupações e os modos de vida como eixos centrais da intervenção profissional.
  3. CA Terapia Ocupacional Social emerge como um campo autônomo e desvinculado da história da profissão, prescindindo de fundamentos teóricos próprios da Terapia Ocupacional.
  4. DOs fundamentos da Terapia Ocupacional no campo social baseiam-se prioritariamente em abordagens comportamentais, uma vez que estas permitem maior controle e previsibilidade das intervenções em contextos de vulnerabilidade social.
  5. EA história da Terapia Ocupacional Social caracteriza-se por uma atuação neutra e técnica, voltada à execução de políticas sociais sem implicações éticas ou políticas para a prática profissional.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoB — A constituição da Terapia Ocupacional no campo social ocorre a partir da crítica aos modelos individualizante e institucionalizante, incorporando referenciais das ciências sociais e da Saúde Coletiva, e assumindo o cotidiano, as ocupações e os modos de vida como eixos centrais da intervenção profissional.

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