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Questão de Auditoria Governamental — Governança e Análise de Risco — FCPC 2026

Auditoria GovernamentalGovernança e Análise de Risco
Código
qg673901
Banca
FCPC
Órgão
UFC
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Auditor
Os controles internos da gestão se baseiam no gerenciamento de riscos e integram o processo de gestão das organizações públicas. A respeito do tema, é correto afirmar:
  1. Aos dirigentes máximos dos órgãos e entidades devem assegurar que procedimentos efetivos de implementação dos controles internos da gestão integrem suas práticas de gerenciamento de riscos.
  2. Bos controles internos da gestão se confundem com as atribuições do sistema de controle interno do Poder Executivo Federal, razão pela qual dispensam formalização específica no âmbito das organizações públicas.
  3. Ca adoção de instâncias de supervisão, como a segunda linha de defesa, é de natureza obrigatória para todos os órgãos da Administração Pública Federal, sendo exemplos o estabelecimento de comitês, diretorias ou assessorias específicas.
  4. Dos controles internos devem ser implementados de forma circunstancial, o que auxilia os dirigentes máximos dos órgãos e entidades na adoção dos procedimentos necessários, incorporando-os às suas práticas de gerenciamento de riscos.
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GabaritoA — os dirigentes máximos dos órgãos e entidades devem assegurar que procedimentos efetivos de implementação dos controles internos da gestão integrem suas práticas de gerenciamento de riscos.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Controles internos da gestão e gerenciamento de riscos

Gabarito: letra A. A alta administração é responsável por assegurar que os controles internos da gestão estejam integrados às práticas de gerenciamento de riscos, conforme preconizado pelos modelos de governança pública (COSO, Decreto 9.203/2017). As demais alternativas apresentam distorções conceituais.

A banca testa o entendimento sobre a responsabilidade da alta administração na implementação de controles internos integrados à gestão de riscos, além de verificar a correta compreensão sobre as linhas de defesa e a natureza dos controles.

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

De acordo com os referenciais de governança (COSO I e II, Decreto 9.203/2017, IN Conjunta MP/CGU 01/2016), os dirigentes máximos dos órgãos e entidades devem assegurar que procedimentos efetivos de implementação dos controles internos da gestão integrem suas práticas de gerenciamento de riscos. Trata-se de um dever da alta administração, que deve garantir que os controles estejam incorporados ao processo de gestão de riscos, e não como atividades isoladas. É o que se extrai do princípio de que o controle interno deve ser parte integrante do sistema de gestão.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Afirma que os controles internos da gestão se confundem com as atribuições do sistema de controle interno do Poder Executivo Federal e dispensam formalização específica. Erro: Os controles internos da gestão são de responsabilidade de cada órgão/entidade, enquanto o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal (SCI) é uma estrutura de supervisão e coordenação (art. 74 da CF). Os controles internos da gestão não se confundem com o SCI e exigem formalização específica (políticas, procedimentos, manuais), pois são instrumentos de gestão de riscos e de alcance de objetivos.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Afirma que a adoção de instâncias de supervisão, como a segunda linha de defesa, é obrigatória para todos os órgãos da Administração Pública Federal. Erro: O modelo de três linhas de defesa (1ª: gestão operacional; 2ª: supervisão/compliance; 3ª: auditoria interna) é uma recomendação de boas práticas, não uma imposição legal para todos os órgãos. A obrigatoriedade depende da complexidade, porte e riscos de cada organização. O Decreto 9.203/2017 e a IN Conjunta MP/CGU 01/2016 preveem a estruturação de controles internos, mas não exigem que a segunda linha de defesa seja instituída em todos os casos. A banca explora o equívoco de generalizar a obrigatoriedade.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Afirma que os controles internos devem ser implementados de forma circunstancial. Erro: O termo "circunstancial" sugere que os controles seriam aplicados apenas em situações específicas, mas o correto é que os controles internos devem ser contínuos e integrados aos processos e à gestão de riscos. Eles não são eventuais ou reativos; fazem parte do dia a dia da organização, proporcionando segurança razoável para o alcance dos objetivos.

Gabarito: letra A

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