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Questão de Veterinária — Defesa Sanitária — FUNDATEC 2026

VeterináriaDefesa Sanitária
Código
qg686144
Banca
FUNDATEC
Órgão
IFC-SC
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Professor EBTT - Medicina Veterinária: Microbiologia
O Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA 2017-2026) estabelece as diretrizes para a transição do status sanitário do Brasil para “Livre de Febre Aftosa sem Vacinação”. Essa transição exige a substituição da proteção conferida pela imunização sistemática por um robusto sistema de vigilância e detecção precoce. No que diz respeito aos fundamentos técnicos e epidemiológicos da retirada da vacinação e à manutenção do novo status, assinale a alternativa correta.
  1. AA estratégia DIVA (Differentiating Infected from Vaccinated Animals) perde sua utilidade epidemiológica logo após a retirada da vacinação, uma vez que a presença de qualquer anticorpo contra proteínas estruturais passará a ser interpretada obrigatoriamente como evidência de circulação viral.
  2. BPara a obtenção do status “Livre sem Vacinação” perante a Organização Mundial de Saúde Animal, o país ou a zona deve demonstrar a ausência de circulação viral e a suspensão da vacinação por um período mínimo de 24 meses, sem a ocorrência de focos da doença.
  3. CA transição para o status “Livre sem Vacinação” fundamenta-se na mudança da vigilância passiva para a vigilância baseada em risco, em que a demonstração da ausência de circulação viral é realizada primordialmente por meio de inquéritos soroepidemiológicos que pesquisam anticorpos contra Proteínas Não Estruturais, visando identificar infecções subclínicas.
  4. DEm uma zona livre de febre aftosa sem vacinação, caso ocorra a reintrodução do vírus, a legislação brasileira determina que a vacinação de emergência, vacinação de bloqueio, deve ser a primeira medida a ser adotada, antes mesmo do sacrifício sanitário.
  5. EO sucesso da retirada da vacinação contra a febre aftosa no Brasil depende da imunidade de rebanho residual, que deve ser mantida acima de 80% nos animais jovens por pelo menos cinco anos após a última campanha de vacinação oficial.
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GabaritoC — A transição para o status “Livre sem Vacinação” fundamenta-se na mudança da vigilância passiva para a vigilância baseada em risco, em que a demonstração da ausência de circulação viral é realizada primordialmente por meio de inquéritos soroepidemiológicos que pesquisam anticorpos contra Proteínas Não Estruturais, visando identificar infecções subclínicas.

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