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Questão de Português — Interpretação de Textos — FUNDATEC 2026

PortuguêsInterpretação de Textos
Código
qg686957
Banca
FUNDATEC
Órgão
Prefeitura de Agudo - RS
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Professor de Anos Iniciais
Com base no texto, analise as assertivas abaixo:I. Quando Dayanna afirma que “começou a acreditar naquilo”, infere-se que antes ela não acreditava, configurando uma pressuposição.II. O trecho “Era uma sessão de horror” consiste em juízo avaliativo subjetivo e expressa opinião de Dayanna, não correspondendo a fato observável.III. A formulação “parece também que o amor sempre entra nesses debates progressistas” cria efeito de objetividade e apaga marcas pessoais do discurso.Quais estão corretas?
  1. AApenas I.
  2. BApenas II.
  3. CApenas I e II.
  4. DApenas II e III.
  5. EI, II e III.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — Apenas I e II.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Análise de Pressuposição, Opinião e Objetividade

SE LIGUE NESSA!

O texto-base que fundamenta esta questão não está disponível neste sistema (provavelmente um depoimento de Dayanna). Por isso, a análise abaixo segue o gabarito oficial (letra C) e ensina o método para você aplicar na prova. Não tente adivinhar o conteúdo; confie na técnica.

Gabarito: Letra C (Apenas I e II). As assertivas I e II estão corretas conforme a definição de pressuposição e a distinção entre fato e opinião; a assertiva III está incorreta, pois a expressão "parece também que" revela subjetividade, não objetividade.


Assertiva

Análise

Correta?

I. “começou a acreditar naquilo” – pressuposição de que antes não acreditava

O verbo “começar a” é operador de pressuposição, indicando estado anterior contrário.

✅ Sim

II. “Era uma sessão de horror” – juízo avaliativo subjetivo, não fato observável

“Horror” expressa opinião pessoal, não dado objetivo.

✅ Sim

III. “parece também que o amor sempre entra…” – efeito de objetividade e apagamento de marcas pessoais

O verbo “parece” marca subjetividade e dúvida, não objetividade.

❌ Não

1Pressuposição
Verbo "começar a"
Antes não acreditava
2Opinião (juízo de valor)
"Era uma sessão de horror"
Subjetividade, não fato
3Subjetividade
Verbo "parece"
Dúvida, impressão pessoal
Marcas linguísticas
LEVELsoulevel.com.br
Marcas linguísticas: Pressuposição (Verbo "começar a", Antes não acreditava); Opinião (juízo de valor) ("Era uma sessão de horror", Subjetividade, não fato); Subjetividade (Verbo "parece", Dúvida, impressão pessoal)

Item I — ✅ Correta

A frase "começou a acreditar naquilo" contém o verbo "começar a", que é um operador de pressuposição: ele informa que, antes da ação, o sujeito não acreditava. Essa é uma informação implícita necessária para que a frase faça sentido — exatamente o que se define como pressuposição. Portanto, a inferência está correta e o item está certo.

Item II — ✅ Correta

O trecho "Era uma sessão de horror" expressa um juízo de valor (horror é uma sensação subjetiva), e não um fato verificável objetivamente (como a duração ou o local). Dayanna está dando sua opinião sobre a sessão. Logo, o item está correto: é opinião, não fato.

Item III — ❌ Incorreta

A formulação "parece também que o amor sempre entra nesses debates progressistas" contém o verbo "parece", que é um marcador de subjetividade e dúvida. Ele indica que o enunciador está expressando uma impressão pessoal, não um dado objetivo. Longe de "apagar marcas pessoais", o uso de "parece" evidencia a presença do sujeito que fala. Portanto, a assertiva está errada.


Conclusão: Apenas os itens I e II estão corretos. Como a banca pediu "Quais estão corretas?", a resposta é a letra C (Apenas I e II).

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