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Questão de Pedagogia — História da Educação Brasileira — FUNDATEC 2026

PedagogiaHistória da Educação Brasileira
Código
qg686971
Banca
FUNDATEC
Órgão
Prefeitura de Agudo - RS
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Professor de Educação Especial
A crítica ao modelo de integração escolar, desenvolvido no Brasil na década de 1980, revelou práticas educacionais que reforçavam mecanismos de exclusão. A partir da análise histórica desse processo e dos princípios da educação inclusiva contemporânea, assinale a alternativa correta.
  1. AO modelo de integração representou avanço equivalente ao da inclusão, pois garantia que alunos com deficiência permanecessem exclusivamente na escola regular, sem qualquer forma de segregação, sendo considerado o primeiro marco formal da acessibilidade pedagógica no país.
  2. BAs chamadas “salas especiais” da época da integração buscavam promover a autonomia dos alunos considerados “especiais”, permitindo que fossem separados temporariamente do ambiente escolar comum até que suas defasagens fossem superadas, prática compatível com o paradigma inclusivo.
  3. CUma das críticas centrais ao modelo de integração é que ele mantinha a lógica de adaptação do estudante à escola, e não da escola ao estudante, resultando em segregação institucionalizada, rótulos, horários diferenciados e exclusão do convívio escolar, para alunos e professores.
  4. DA permanência parcial do aluno com deficiência na escola regular, durante o modelo de integração, é interpretada como um direito garantido à socialização plena, pois assegurava que as práticas pedagógicas fossem planejadas de forma colaborativa por todos os docentes da escola.
  5. EO argumento de que escolas regulares “não estavam preparadas” para a inclusão era compatível com os princípios das políticas públicas contemporâneas, pois reconhecia a necessidade de especialização técnica e preservava a integridade pedagógica das classes comuns.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoC — Uma das críticas centrais ao modelo de integração é que ele mantinha a lógica de adaptação do estudante à escola, e não da escola ao estudante, resultando em segregação institucionalizada, rótulos, horários diferenciados e exclusão do convívio escolar, para alunos e professores.

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