Sintaxe: Conjunções e Orações Subordinadas
Gabarito: letra A. O termo "Quando" no trecho "quando usada em excesso" introduz uma oração subordinada adverbial temporal, indicando o tempo em que a tecnologia deixa sinais claros. As demais alternativas erram na classificação de "Mas" (adversativa) e "Quando" (temporal, não pronome relativo).
Conjunção | Classificação correta | Função no texto | Classificação errada (alternativa) |
|---|
Quando | Subordinativa adverbial temporal | Indica tempo (excesso → sinais) | Pronome relativo (C) |
Mas | Coordenativa adversativa | Oposição/contraste (ajuda × excesso) | Subordinativa concessiva (B) / Aditiva (D) |
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa acerta ao classificar "Quando" como conjunção subordinativa temporal. No texto: "Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros". A oração sublinhada expressa uma circunstância de tempo (no momento em que é usada em excesso). Isso é função típica das orações subordinadas adverbiais temporais.
Alternativa B — ❌ Incorreta
"Mas" é uma conjunção coordenativa adversativa, não subordinativa concessiva. Indica oposição entre a ideia de que a tecnologia pode ajudar (primeira oração) e o fato de que, em excesso, ela deixa sinais (segunda). Concessiva seria algo como "embora" ou "apesar de".
Alternativa C — ❌ Incorreta
"Quando" não retoma "informações" como pronome relativo. Pronome relativo substitui um substantivo anterior (ex.: "que", "o qual"). Aqui "quando" liga duas orações, indicando tempo; é uma conjunção subordinativa temporal, não pronome.
Alternativa D — ❌ Incorreta
"Mas" não é aditivo; é adversativo. Aditivo somaria benefícios (ex.: "e"). O texto mostra contraste: a tecnologia ajuda, mas se usada em excesso, prejudica (deixa sinais). Portanto, classifica-se como conjunção coordenativa adversativa.
Gabarito: letra A